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3 dicas para aproveitar Porto de Galinhas

Não se encastele no resort, nem se sacrifique em passeios a lugares distantes. Minhas dicas para extrair o melhor de uma viagem a Porto de Galinhas.

Ricardo Freire, O Estado de S.Paulo

22 Dezembro 2015 | 02h22

1. Curta a praia! Porto de Galinhas se tornou um destino de veraneio por causa de sua praia central, protegida pelos arrecifes (que também formam as piscinas naturais). A expansão hoteleira, porém, se deu ao longo de um praião perigoso para banho, o Cupe, onde todos os hotéis alertam para que não se entre n’água (a combinação de buracos inesperados com repuxo forte pode ser fatal).

Fora do centrinho, poucos hotéis têm praia boa em frente (a saber: Serrambi Resort, Nannai, Marupiara Suites e, a 5 minutos de caminhada para a esquerda, Pontal de Ocaporã e Tabapitanga). Mas se você não está hospedado nesses hotéis, não precisa ir a Calhetas ou Carneiros para pegar boa praia. Passe pelo menos um dia na prainha do centro: o melhor trecho é à esquerda (norte) da zona das piscinas naturais. Ali o mar é transparente, gostosíssimo e seguro tanto na maré baixa quanto na alta; as barracas de praia foram reorganizadas e ganharam cozinhas equipadas fora da areia. Outra praia excepcional é o Pontal do Cupe (na região do Pontal do Ocaporã e da Tabapitanga), onde uma barreira parcial de corais deixa o mar onduladinho porém seguro na maré alta, e calmo feito piscininha na maré baixa.

2. Na piscina natural, o bacana é a jangada. Muita gente se sacrifica em passeios a Maragogi (pelo menos 2 horas para ir, outro tanto para voltar, muitas vezes chegando numa hora pouco favorável da maré) porque acha (ou ouviu falar que) as piscinas naturais de Porto de Galinhas são pequenas e lotadas. Saiba que lotadas todas as piscinas naturais do Nordeste serão. O barato de Porto de Galinhas é o passeio de jangada até os corais. Os jangadeiros não usam motor; a viagem é deliciosa, ao sabor do vento, e vai revelando o lindíssimo contraste do recife com o degradê de azuis e verdes cristalinos do mar de Porto. A parada no coral, para mim, é até dispensável... A segunda parada é mais gostosa, para nadar na água transparente. Vai por mim: o passeio é mais gostoso que o de Maragogi.

3. Combine com o Recife. Com a revitalização do Recife Antigo (leia-se: Cais do Sertão, Paço do Frevo e Armazéns do Porto), o Recife não cabe mais num city tour. Fique de sexta a domingo na capital, e aproveite para visitar também a Oficina Brennand, o Instituto Brennand, a Fundação Gilberto Freyre e, claro, Olinda.

 

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