Adriana Moreira/Estadão
Adriana Moreira/Estadão

3- Tatuamunha

Entre o rio e o mar

O Estado de S.Paulo

21 Novembro 2017 | 03h30

Com lindos casarões construídos entre o fim do século 19 e começo do século 20, a Praia de Tatuamunha começa a ganhar ares de polo de artesanato, com várias lojinhas lado a lado na AL-101. Uma delas pertence à família de Maria e Ciro Procópio, que produzem e vendem peças produzidas com materiais locais, especialmente o coco. “Do coco tudo se aproveita”, diz Maria. Os itens custam a partir de R$ 10 – há bolsas, luminárias e até concha para feijão. 

 Ao lado, o recém-inaugurado Espaço das Artes tem peças de artistas conhecidos do Estado, como as tradicionais carrancas da Ilha do Ferro e as cabeças de barro feitas por dona Irinéia, da região quilombola de Muquém.

A praia tem uma beleza ímpar, onde se vê o encontro do Rio Tatuamunha (onde vivem peixes-boi; leia mais aqui) com o mar. É uma delícia se banhar ali, mas siga o conselho que sua mãe certamente daria: fique na beirada, porque no meio do rio a correnteza é forte.

Uma vez ali, não deixe de subir no mirante em frente ao cemitério para se deparar com a bela panorâmica acima. 

 

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