Ivan Bueno/SMCS
Ivan Bueno/SMCS

4. Parques e bosques em Curitiba

Cidade é famosa pela sua quantidade de espaços em meio à natureza

Bruna Toni, O Estado de S. Paulo

19 Setembro 2017 | 04h30

Áreas verdes não faltam em Curitiba e, assim como o Jardim Botânico, outros parques são ótimos para relaxar em meio à natureza. E o melhor: eles estão tanto na rota do ônibus Linha Turismo quanto no roteiro do city tour (se quiser aproveitá-los por mais tempo, porém, considere ir por conta própria). 

O Parque Tingui leva o nome da tribo indígena que habitava a região séculos atrás e fica no bairro São João, no norte de Curitiba. Dentro dele fica o Memorial Ucraniano, uma área construída em homenagem à presença dos imigrantes dessa nacionalidade na capital paranaense, aberta em 1995. Além da réplica da Igreja São Miguel Arcanjo – a original foi construída na cidade de Mallet, também no Paraná –, há uma típica casa ucraniana aberta à visitação e uma outra onde funciona uma loja. 

A área do Parque Tanguá, à beira do Rio Barigui, tem passado curioso: ali funcionava um complexo de pedreiras, hoje desativado. Com disposição arquitetônica e paisagística disciplinada, conta com um mirante de 65 metros de altura, cascata e um jardim também de estilo francês. Subir em seu belvedere de três andares vale a pena pela visão privilegiada da natureza curitibana. 

Enquanto isso, o Parque Barigui, o mais visitado pelos curitibanos e um dos maiores da cidade, reserva áreas para piquenique, churrasco, um lago de 230 mil metros quadrados e aparelhos de ginástica para exercícios. O parque abriga também o Museu do Automóvel, onde estão expostos mais de 150 veículos e suas histórias ( museuautomovel.com.br). 

Outro lugar que mescla história e natureza é o Bosque João Paulo II ou Bosque do Papa, como é mais conhecido. Como o próprio nome diz, trata-se de uma área verde onde o homenageado é o líder da Igreja Católica, nascido na Polônia em 1920 e falecido em 2005. Visita ilustre em Curitiba em julho de 1980, o Papa esteve presente em uma das residências polonesas estabelecidas ali no passado. 

Idealizado por Rafael Greca e com jardim projetado por Roberto Burle Marx, o bosque parece uma aldeia polonesa, cujas construções reproduzem o cotidiano dos imigrantes na região, expondo seus trajes e utensílios mais usados. Já a casa que recebeu o Papa abriga hoje em dia uma capela em homenagem à Virgem Negra de Czestchowa, padroeira da Polônia. Para visitá-las, vá de terça a domingo; a entrada é gratuita. 

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