5. Que tal trabalhar?

Programas que permitem atividade remunerada são boa solução para recuperar parte do montante investido

O Estado de S.Paulo

31 Maio 2016 | 04h10

Alguns destinos dão permissão de trabalho para estudantes de intercâmbio, o que ajuda a pagar as despesas ou mesmo viagens curtas durante o programa. Recentemente, Nova Zelândia e Austrália passaram a permitir atividade remunerada para quem se matricula em cursos de no mínimo 14 semanas de duração. Na Irlanda, o mínimo é de 25 semanas. 

“O processo na Irlanda é simples, a idade não é levada em consideração. É exigido que o estudante leve ¤ 3 mil e se matricule em uma das escolas cadastradas”, explica Bruno Passarelli, da Descubra o Mundo. Vale lembrar que, nesses casos, conseguir o emprego fica por conta do estudante. “A maior parte das vagas é na área de serviços, em restaurantes e hotéis”, explica Luiza, da CI. 

Segundo Fernanda Zocchio Semeoni, da Experimento, os programas de au pair ainda têm grande procura. Voltados apenas para meninas de 18 a 26 anos, são populares por combinar estudo e trabalho a um preço razoável. “No Canadá, há cursos profissionalizantes que não exigem grande domínio do idioma e permitem atividade remunerada”, diz Fernanda. 

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