À mesa dos cafés mais bem frequentados da história

Experimente os lugares onde famosos escritores, filósofos e artistas se reuniam para conversar e, principalmente, pensar

O Estado de S.Paulo

28 Setembro 2010 | 01h32

Sentar à mesa numa calçada qualquer da Europa, abrir o jornal (ou revista, ou livro) e pedir um café deveria ser quase uma obrigação turística. Nada melhor para entrar no ritmo local que observar as pessoas em seu cotidiano ir e vir. Agora imagine se à mesma mesa, naquela mesma calçada, tomaram o mesmíssimo café personalidades que mudaram a história.

Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir, por exemplo, eram figurinhas carimbadas do Café de Flore (cafedeflore.fr), em Saint-Germain-des-Près, Paris, região que testemunhou o nascimento do Surrealismo.

Ainda na Cidade-Luz, bem na frente da Ópera, o Café de La Paix (cafedelapaix.fr) tornou-se bem falado por ter sempre um músico famoso entre seus clientes, gente do nível de Giuseppe Verdi. O lugar foi projetado pelo arquiteto Charles Garnier, há mais de 140 anos, no térreo do Grand Hôtel.

Nas cadeiras do Florian (caffeflorian.com), na Praça São Marcos, em Veneza, sentaram escritores como Lord Byron, Marcel Proust e Charles Dickens. Diz a lenda que Casanova também passou por lá.

Na capital portuguesa, Fernando Pessoa escolheu o A Brasileira (Rua Garrett, 120), inaugurado em 1905 com a promessa de vender o "genuíno café do Brasil", para passar suas tardes. O poeta até ganhou estátua.

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