AFP PHOTO / Mladen ANTONOV
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Da Redação, O Estado de S.Paulo

09 Março 2018 | 20h58

Estamos na contagem regressiva para a Copa do Mundo. Este ano, como você sabe, o Mundial de futebol será na Rússia, e começa no dia 14 de junho. Ou seja, faltam apenas 14 semanas para ver o Brasil ser hexacampeão. (Bom, não custa nada ser otimista, não é mesmo?). 

E para ajudar você a se organizar para esse grande evento, preparamos a série A Rússia Logo Ali, exibida todas sextas-feiras, às 16h, no stories do Instagram (siga @viagemestadao para assistir aos vídeos em seu formato original). Ou seja, a cada semana, até o dia 15 de junho, vamos apresentar um tema sobre a Rússia. Não vão faltar curiosidades, dicas gastronômicas, arte, arquitetura, literatura, e, claro, futebol. Assim você fica por dentro de tudo que precisa saber para acompanhar os jogos da Copa lá na Rússia (e também daqui), e aproveita a chance para conhecer melhor esse país de proporções monumentais (são 17 milhões de quilômetros quadrados, duas vezes o território do Brasil) e com uma cultura fascinante. 

Confira abaixo os próximos temas:

9/3 - O básico da Rússia

16/3 - Preparando o kvass

23/3 - O hotel que hospedou os russos no Brasil

30/3 - Cantando em russo

6/4 - Feira do Leste Europeu em São Paulo

13/4 - Dançando com os russos

20/4 - Preparando pratos típicos 

27/4 - Língua: aprendendo o alfabeto e dicas

4/5 - Roteiros literários para conhecer a Rússia pelos seus principais autores

11/5 - Comportamento: o que o brasileiro pode ou não fazer na Rússia

18/5 - Transportes: como se locomover

25/5 - Arquitetura russa 

1º/6 - Uma viagem pelo Leste Europeu e o Leste Europeu em SP

8/6 - Experimentando vodcas 

15/6 - Esporte: os russos no futebol e o hóquei, esporte nacional

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O Estado de S.Paulo

09 Março 2018 | 20h55

A Rússia é muito longe? A Rússia é cara? Como vou falar russo? Essas são algumas das perguntas que respondemos no primeiro vídeo da série A Rússia Logo Ali, que fala sobre as informações gerais do país, desde idioma, moeda, clima e mais. Por exemplo: você sabia que o país tem 9 fusos horários diferentes? Mas, nos lugares em que o Brasil joga,  o fuso é de apenas 6 horas, para mais. 

Agora, se você quiser acompanhar os jogos da Copa de pertinho, ainda dá tempo! Os pacotes têm em média 12 noites, com valores a partir de R$ 5.082 (7 noites, sem aéreo). Mas também é possível prestigiar a festa completa e ficar os 33 dias da competição, ou então viajar sozinho. Também respondemos as principais dúvidas com o nosso top 10 de perguntas e respostas, desde como se virar no idioma (recorra aos mais jovens quando precisar de ajuda!), até dicas das principais atrações. 

Para assistir ao vídeo no seu formato original, siga o perfil do Instagram do Viagem (@viagemestadao). Toda sexta-feira, às 16h, até o dia 15 de junho, tem material novo no ar. E, para conferir os antigos, procure os ícones salvos na área de destaque, abaixo da bio. Confira o material completo também no site do Viagem Estadão

Agradecimentos: Renata Franco e Stella Barros Turismo, Ana Sacoman, Sociedade Esportiva Palmeiras e Ciro Campos. 

 

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Da Redação, O Estado de S.Paulo

16 Março 2018 | 20h27

Quando se pensa em bebida russa, a primeira coisa que vem à cabeça certamente é vodca. Mas engana-se quem acha que o destilado é a única opção alcoólica popular no país da Copa do Mundo de 2018. O kvass também ocupa lugar de destaque nos mercados, nas ruas e nos corações dos russos e de moradores de outras partes do Leste Europeu

O que é? O kvass é uma bebida fermentada à base de pão preto de centeio, com teor alcoólico que varia de 0,5% a 2% . É bastante semelhante à cerveja, sendo vendida inclusive em cervejarias europeias. A diferença é que é consumida até por crianças, lembrando bastante nossos refrigerantes ou refrescos no verão. 

E não é só porque crianças tomam kvass que ele parece refrigerante. Como é feito à base de pão preto torrado, possui um amargor que lembra o gosto dos refrigerantes de cola. Outra razão é histórica: segundo Rogério Sventkauskas, de descendência lituana e produtor de kvass no Brasil, durante a URSS, marcas de refrigerantes estrangeiras não tinham fácil acesso às prateleiras soviéticas, contribuindo para que o kvass se tornasse mais popular.

Onde encontrar? Por ser muito antigo, fez parte de muitos rituais além de servir como bebida e, até hoje, algumas pessoas tomam banhos terapêuticos de kvass (assim como na República Tcheca há banhos de cerveja). Como bebida, não possui uma ocasião especial para ser apreciada. Quem vai à Rússia no verão pode encontrar pelo caminho os pequenos caminhões pipa com kvass artesanal dentro. Basta pedir um, pagar e se deliciar. Ou então ir a um supermercado, onde são vendidos os industriais.    

Há várias receitas para um bom kvass, dependendo do gosto final desejado. A receita que leva hortelã, mel, uvas passas e açúcar mascavo é uma das mais tradicionais e é a que Sventkauskas nos ensina a fazer. Para comprar pronto e no Brasil, há dois caminhos: ir à Feira do Leste Europeu, que ocorre uma vez por mês no bairro da Vila Zelina, na zona leste de São Paulo, ou então entrar em contato com Sventkauskas através do e-mail gandras.alus@yahoo.com.br ou da página no Facebook @GandrasAlus

Como fazer? Se você quer se aventurar e preparar o seu próprio kvass em casa e/ou conhecer mais sobre essa bebida típica, assista ao vídeo desta reportagem.

Confira a seguir os ingredientes que usamos e o modo de preparo. A bebida dura em média 3 dias na geladeira e deve ser armazenada em uma jarra ou garrafas pet.  

INGREDIENTES

- 100 gramas de pão preto de centeio

- 50 gramas de mel

- 150 gramas de açúcar mascavo

- 50 gramas de uva passa

- 2,3 gramas de fermento biológico sólido 

- 1/4 maço de hortelã

- 1 litro de água

MODO DE PREPARO 

1. Corte o pão em tiras e torre no forno preaquecido (20 a 30 minutos)

2.  Enquanto isso, ferva a água

3.  Retire as torradas do forno e jogue a água quente sobre elas. Deixe esfriar de 12h a 24h

4. Adicione o fermento e deixe descansar por 2 ou 3 dias

5. Filtre a mistura após a fermentação e transfira para uma jarra

6.  Adicione os temperos e leve à geladeira por 8 horas

7. Filtre novamente para ficar apenas o líquido

8. Sirva em taças (se gostar, pode acrescentar algumas uvas passas no copo)

Para assistir ao vídeo no seu formato original, siga o perfil do Instagram do Viagem(@viagemestadao). Toda sexta-feira, às 16h, até o dia 15 de junho, tem material novo no ar. E, para conferir os antigos, procure os ícones salvos na área de destaque, abaixo da bio. Confira o material completo também no site do Viagem Estadão

Agradecimentos: Rogério Sventkauskas, Denise Coutinho, Mônica Nobrega, Adriana Moreira, José Leme, Thiago Lasco, Leandro Augusto, Gilberto Amendola e Lucineia Nunes. 

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O Estado de S.Paulo

23 Março 2018 | 21h37

O amistoso desta sexta-feira entre Brasil e Rússia - ganhamos de 3 a 0 - foi gelado. Ainda com temperaturas negativas, Moscou, onde rolou o jogo, levará um tempinho até esquentar o esperado para a Copa do Mundo, assim como Sochi, onde a seleção brasileira se hospedará.

Uma situação bem diferente da de quando os russos vieram para o Brasil, no Mundial de 2014. Por aqui, o clima era mais quente - era inverno, mas um inverno suave para quem vive em destino de temperaturas negativas e neve. Ainda mais quando falamos de interior de São Paulo, mais precisamente Itu, destino eleito pelos russos para se hospedar durante a competição.

 

A “casa” dos russos durante cerca de 20 dias foi o San Raphael Country Hotel, um hotel fazenda bem família, inaugurado na década de 1980. Nossa equipe foi até lá para conhecer o espaço e curiosidades da passagem da seleção russa, desde as preferências gastronômicas dos jogadores e equipe técnica até histórias engraçadas sobre o temperamento do grupo.

Só para dar um gostinho do que você pode assistir no vídeo acima: a seleção russa devorou as frutas, principalmente as melancias, além de levar dois chefs: um italiano e um russo; eles eram bem quietos, mas quando a Copa acabou para eles (foram eliminados na primeira fase), aí a festa rolou com muita caipirinha; a comunicação era difícil, mas todos deram um jeitinho, nem que fosse apontando.

Para assistir ao vídeo no seu formato original, siga o perfil do Instagram do Viagem (@viagemestadao). Toda sexta-feira, às 16h, até o dia 15 de junho, tem material novo no ar. E, para conferir os antigos, procure os ícones salvos na área de destaque, abaixo da bio. Confira o material completo também no site do Viagem Estadão

Agradecimentos: San Raphael Country Hotel, Everton Baptista, Rivaldo Cavalcanti, João e Leda.

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Estadão Conteúdo

30 Março 2018 | 19h58

Cantar espanta os males, incentiva o time e ajuda a aprender uma língua diferente. Por tudo isso, não poderia faltar um episódio do programa A Rússia Logo Ali que falasse sobre as canções e os músicos russos.

Para quem tem curiosidade de conhecer as músicas folclóricas russas de pertinho, uma dica é acompanhar o trabalho do Grupo Volga. Formado na década de 1980 no bairro da Vila Zelina, zona leste de São Paulo, por russos e descendentes de russos, lituanos e de outras partes do Leste Europeu, o grupo dança e canta canções tradicionais do país da Copa. 

 

Nossa reportagem foi conferir um ensaio do  coral do Grupo Volga e descobriu não apenas músicas folclóricas, como curiosidades sobre seus trajes, sobre a origem das canções, a forma como cada um de seus integrantes aprendeu a falar português e como tentam transmitir a cultura russa a seus descendentes nascidos no Brasil. Entre os clássicos cantados, Kalinka, música de 1860, foi a que mais nos animou - e bem poderia ser ritmo da Copa do Mundo, já que há várias versões da música hoje em dia.

Além das canções tradicionais, a Rússia tem um cenário pop bastante interessante. O rap é representado por Timati e GUF, enquanto o pop (sensual) fica por conta de Yulia Volkova (ex-t.A.T.u) e Nyusha. E não poderíamos esquecer de Vitas, um ícone do cenário musical da Rússia (e dos memes da internet também). 

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Da Redação, O Estado de S.Paulo

06 Abril 2018 | 20h09

O episódio da série A Rússia Logo Ali desta sexta-feira (06) é para abrir o apetite! O Viagem Estadão visitou a Feira Cultural Leste Europeia, na zona leste de São Paulo, e provou pratos e bebidas típicas, além de conhecer o artesanato da região. Criada em 2011, a feira é um evento mensal organizado por descendentes de imigrantes de dez países: Rússia, Bulgária, Croácia, Eslováquia, Hungria, Lituânia, Polônia, República Checa, Romênia e Ucrânia. 

Entre as especialidades, prove a seliótka da barraca do seu Henrique, sardinha curtida que é ótima para acompanhar uma dose de vodca. Já na barraca da Irina, encontre pratos como o varenike, um tipo de ravióli, e a blini, uma massa que lembra a panqueca. Ali também tem a zubrowka, um destilado polonês saborizado e comumente consumido em países do Leste Europeu.

Durante o passeio, ainda é possível comprar artesanatos como os ovos coloridos lituanos, que são tradição na Páscoa, mas também simbolizam o início da primavera, e participar de aulas. No dia da nossa visita, um workshop de decoração de ovos estava disponível. A programação muda de acordo com o evento; confira aqui

Os imigrantes. Desde o início do interesse dos russos em imigrar para o Brasil, noticiado pela primeira vez no Estadão no dia 2 de março de 1877, a Vila Alpina e a Vila Zelina se destacam como área de acolhimento desses imigrantes. A escolha do local da realização, portanto, não é sem propósito. “Esperamos que (o bairro) vire referência para a tradição do Leste Europeu, assim como a Liberdade é para cultura japonesa ou a Mooca é para os italianos”, contou Victor Gers, um dos idealizadores da feira. 

Para assistir ao vídeo no seu formato original, siga o perfil do Instagram do Viagem (@viagemestadao). Toda sexta-feira, às 16h, até o dia 15 de junho, tem material novo no ar. E, para conferir os antigos, procure os ícones salvos na área de destaque, abaixo da bio. Confira o material completo também no site do Viagem Estadão

Agradecimentos: Feira Cultural Leste Europeia de São Paulo, Tamara Dimitrov, Irina Agnatenko, Acervo Estadão

 

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Da Redação, O Estado de S.Paulo

13 Abril 2018 | 22h42

Qual o ritmo embala os russos? Seria o ballet? Afinal, o ritmo clássico tem associação quase que inevitável à Rússia. E não só pelo Teatro Bolshoi, em Moscou, que desde o seu surgimento em 1856 até os dias atuais é símbolo das performances clássicas, mas também pela importância que a modalidade tem para a dança mundial. A companhia Ballets Russes (1909-1929), do russo Serguei Diaghilev, inspirou e transformou a dança no que é hoje. 

Leia mais: Estado noticiou o nascimento do ballet russo em 28 de agosto de 1924

Mas não só de frufru, sapatilhas de ponta e pliés é feito o país de dimensões continentais — lembrando que a Rússia ocupa 17 milhões de quilômetros quadrados, duas vezes o território do Brasil . As danças folclóricas têm grande importância na representação da cultura do povo russo. Cada região tem seu traje, música e ritmos típicos, e preserva sua tradição e história nos movimentos do corpo. 

Por isso, para o episódio de A Rússia Logo Ali desta sexta-feira (13), apresentado originalmente no stories do perfil do @viagemestadao no Instagram, falamos não só sobre a relevância que o ballet teve e tem para o país-sede, com imagens gravadas em Moscou, de dentro do Teatro Bolshoi, mas também participamos de um ensaio do Grupo Volga, uma companhia de dança formada por descendentes de imigrantes na Vila Zelina, zona leste de São Paulo, para saber mais sobre as danças folclóricas. Confira no vídeo abaixo. 

Para assistir ao vídeo no seu formato original, siga o perfil do Instagram do Viagem(@viagemestadao). Toda sexta-feira, às 16h, até o dia 15 de junho, tem material novo no ar. E, para conferir os antigos, procure os ícones salvos na área de destaque, abaixo da bio. Confira o material completo também no site do Viagem Estadão

Agradecimentos: Acervo Estadão, Albenize Ballen Bueno, Escola de Teatro Bolshoi no Brasil, Grupo Volga, Tamara Gers Dimitrov, Irina Sazonova, Cristiane Gosik Cândido, Katherine G. Marynowski, André P. Gers, Natália P. Gers, Sueli Ciulada, Natália Medina Selin, Giovanna Gomes da Silva, Gabriel Catarina dos Santos, Boris Gers Dimitrov. 

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O Estado de S.Paulo

20 Abril 2018 | 21h39

A culinária russa vive um renascimento desde o fim da União Soviética. Os pratos tradicionais voltaram aos cardápios, os restaurantes passaram a investir no que é local e dar nova cara às receitas que moldaram a história do país. Sorte de quem visita a Rússia. Afinal, é um jeito delicioso de conhecer um país: pelo garfo. 

Pois bem, neste episódio de A Rússia Logo Ali, provamos alguns dos pratos populares russos, que até parece que têm os dois pés aqui no Brasil. Caso do estrogonofe, que de tão abrasileirado tem gente que até se esquece de sua origem russa. Mas tem também um outro jeito de comer panqueca, aqui chamada de blini. No país-sede, o prato é recheado com caviar.

Além das receitas tradicionais, destacamos também dois restaurantes que vão oferecer uma experiência sensorial diferenciada: o White Rabbit e o Twins Garden. O primeiro figura na lista de melhores restaurantes do mundo, pelo aclamado ranking 50 Best. É dele também a sugestão para o segundo restaurante. Não está posicionado entre os 50 melhores, mas está no radar dos especialistas.

Para terminar, conversamos com uma russa que mora no Brasil desde 1999, Irina Ignatenko. É dela que vêm as indicações de comidinhas que estão na rotina do russo. Como o cemeych, as sementes de girassol, um petisco que faz as vezes da pipoca nas sessões caseiras de cinema, ou acompanham a vodca durante os jogos de futebol. Confira abaixo, na íntegra.

Para assistir ao vídeo no seu formato original, siga o perfil do Viagem no Instagram (@viagemestadao). Toda sexta-feira, às 16h, até o dia 15 de junho, tem material novo no ar. E, para conferir os antigos, procure os ícones salvos na área de destaque, abaixo da bio. Confira o material completo também no site do Viagem Estadão.

Agradecimentos: Svetlana Ignatenko, Irina Ignatenko, TV Estadão, Nadia Kristova, Airbnb, White Rabbit Moscow

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Da Redação, O Estado de S. Paulo

27 Abril 2018 | 20h21

Viajar para um país que além de outro idioma tenha também outro alfabeto pode parecer desafiador. Mas garantimos: o russo e o alfabeto cirílico não devem ser um problema para você que pretende acompanhar a Copa do Mundo de pertinho, ou queira visitar a Rússia em outra ocasião.

Após visitarmos a Rússia, temos algumas dicas. É essencial ter o google tradutor no seu celular. Ele facilita o diálogo para quando o inglês faltar. Nos grandes centros urbanos é comum encontrar pessoas que falem inglês, principalmente os mais jovens. Mas se seu roteiro não incluir essas paradas, é melhor se prevenir. Decorar algumas palavras-chave tornam o caminho menos tortuoso. Além de ser simpático saber falar aquele “obrigado, com licença, por favor” no idioma do país que te recebe. Para mais dicas, confira a reportagem do vídeo abaixo:

Para assistir ao vídeo no seu formato original, siga o perfil do Instagram do Viagem(@viagemestadao). Toda sexta-feira, às 16h, até o dia 15 de junho, tem material novo no ar. E, para conferir os antigos, procure os ícones salvos na área de destaque, abaixo da bio. Confira o material completo também no site do Viagem Estadão

Agradecimentos: Elcio Padovez, Nádia Khristova e professora Maria Leopoldina Morais Veiga. 

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Da Redação, O Estado de S. Paulo

04 Maio 2018 | 20h31

Dostoievski, Tolstoi, Maiakovski. Alguns autores e filósofos russos são facilmente reconhecidos mundo afora. Suas obras são importantes não só para a literatura mundial, mas ajudam a conhecer um pouco mais da Rússia, saber detalhes de períodos que serviram de pano de fundo para as suas obras. 

Passear pelo país-sede do Mundial é, portanto, também explorar a vida desses autores preservada em museus — alguns antigos lares desses artistas, e ainda escancarada em homenagens em monumentos, que resulta em um passeio tão particular, um roteiro literário  que nos leva ao passado e ao mesmo tempo faz entender tanto do presente. 

Para o nono episódio da série A Rússia Logo Ali, selecionamos cinco nomes de peso da literatura russa: Fiódor Dostoievski, Alexandre Pushkin, Liev Tolstoi, Maksim Gorki e Vladimir Maiakovski, e apontamos passeios e atrações que contam mais de suas histórias, além de selecionar algumas indicações de obras essenciais para a leitura. 

Para quem visita São Petersburgo, por exemplo. Não dá para visitar a cidade sem passar pelo museu dedicado a Dostoievski, nativo de Moscou, mas tão importante para a cidade. Em Nizhny Novgorod, Gorki serve de inspiração para monumentos na cidade que recebe jogos da Copa do Mundo este ano, e que um dia já compartilhou também o seu nome, durante a União Soviética. Saiba mais no vídeo abaixo:

Para assistir ao vídeo no seu formato original, siga o perfil do Instagram do Viagem (@viagemestadao). Toda sexta-feira, às 16h, até o dia 15 de junho, tem material novo no ar. E, para conferir os antigos, procure os ícones salvos na área de destaque, abaixo da bio. Confira o material completo também no site do Viagem Estadão. 

Agradecimentos: Elcio Padovez. 

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Estadão Conteúdo

11 Maio 2018 | 19h58

Uma das principais dúvidas sobre os russos é comportamental. Como eles são? Simpáticos ou ranzinzas? Abertos ou fechados ao turista? Gostam de festas ou preferem ficar em casa? Dirigem com tranquiladade ou são malucos?

Claro que não é possível fazer generalizações. Mas, em geral, os russos são muito solícitos. Em lugares como Moscou, eles podem parecer mais fechados no começo, mas só até o primeiro contato. Em São Petersburgo, uma cidade mais turística, o contato é até mais fácil e muitas pessoas falam inglês. Em ambas, porém, estão dispostos a ajudar, mesmo sem saber falar a sua língua (ou inglês).

 

Nos relacionamentos, os russos são mais reservados, mas aplicativos de paquera como o Tinder são muito usados. Mas é preciso tomar cuidado com golpes: há quem marque encontro para extorquir o acompanhante, como algumas mulheres com perfis de modelos. Por lá, o romantismo também parece em alta: você talvez encontre homens com buquês que rosas pelo metrô.

Relações homoafetivas ainda encontram muito preconceito, apesar de desde 1993 não serem mais consideradas crime. O preconceito está em toda a sociedade e até o governo mantém leis como a que bane "propagandas gays". Na Copa, porém, a Fifa afirmou que símbolos e bandeiras LGBT serão aceitas nos estádios.

Outra curiosidade tem a ver com o lixo: as ruas são muito limpas em Moscou e São Petersburgo, mesmo sem uma grande oferta de lixeiras. Os russos também têm o hábito de tirar os sapatos ao entrarem em casa para não trazer a sujeira das ruas. Já os carros costumam ser bastante empoeirados.

E por falar em carros, há muitos vídeos engraçados sobre o comportamento dos russos no trânsito. Alguns são mais agressivos, é verdade. Mas, por outro lado, é tranquilo atravessar na faixa de pedestres: quando não há semáforo, os motoristas param para os transeuntes sem qualquer pedido. 

Confira mais hábitos dos russos no vídeo. Para assistir no formato original, siga o perfil do Instagram do Viagem (@viagemestadao). Toda sexta-feira, às 16h, até o dia 15 de junho, tem material novo no ar. E, para conferir os antigos, procure os ícones salvos na área de destaque, abaixo da bio. Confira o material completo também no site do Viagem Estadão. 

Agradecimentos: Fabiana Ortega, Elcio Padovez, Diego Ortiz e José Leme. 

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Da Redação, O Estado de S. Paulo

18 Maio 2018 | 18h53

Está a caminho da Rússia e ainda não sabe como fazer para se locomover no país? Bom, este programa é para você. Depois da língua e o alfabeto cirílico, andar por Moscou, São Petersburgo e até as outras cidades-sede pode se apresentar como um desafio para quem não fala o idioma. Mas com jeitinho, e umas dicas nossas, vai ser fácil. 

Para começar. As passagens para Moscou já estão compradas? Não? É melhor correr. Com a proximidade da Copa do Mundo, a tendência é que o valor suba cada vez mais (para Moscou, voos a partir de R$ 5 mil). Uma alternativa é escolher um destino na Europa e dele pegar um voo para Moscou. Foi o que fizemos, saindo de Barcelona, com a companhia russa Aeroflot.  

Agora, ao desembarcar em Moscou a primeira coisa que você vai fazer é ficar amigo do metrô. Conhecido como o palácio subterrâneo, ele é um ponto turístico obrigatório. E, claro, se locomover de metrô, ainda mais para quem tem pouco tempo na cidade, vai facilitar nos trajetos. Na região central, será possível encontrar algumas placas transcritas ou em em inglês. De qualquer forma, ande com um mapa do metrô na bolsa, porque quando não houver tradução, o cara-crachá vai te ajudar.

Entre as cidades-sede, o trem Sapsan pode ser também o seu melhor amigo. Ainda mais se você você tiver ingressos para os jogos, o que garante gratuidade nas passagens dos trens. Mas é preciso reservar com antecedência. Veja mais dicas no vídeo. 

Para assistir ao vídeo no seu formato original, siga o perfil do Instagram do Viagem (@viagemestadao). Toda sexta-feira, às 16h, até o dia 15 de junho, tem material novo no ar. E, para conferir os antigos, procure os ícones salvos na área de destaque, abaixo da bio. Confira o material completo também no site do Viagem Estadão

Agradecimentos: Max e Oksana. 

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Da Redação, O Estado de S. Paulo

25 Maio 2018 | 20h06

A Rússia, o país que respira história a cada esquina, tem muito o que contar nas linhas arquitetônicas de seus prédios, monumentos e cartões-postais que são atrações obrigatórias para quem visita o país-sede do Mundial de 2018. No programa A Rússia Logo Ali desta sexta-feira (25), separamos algumas curiosidades por trás da construção de algumas obras, além de indicar passeios para conferir de perto atrações importantes. 

Como a Catedral de São Basílio (500 rublos ou R$ 28;  saintbasil.ru.) , em Moscou, e seu contorno singular. Obra de Postinik Yakovlev, a mando de Ivan, o Terrível, a igreja foi construída para lembrar a guerra contra os tártaros, ao mesmo tempo que representava a Nova Jerusalém. Reza a lenda que após a finalização da construção, o então Grão-Príncipe mandou cegar o arquiteto responsável pela obra para se certificar que a beleza ímpar da construção não fosse reconstituída em nenhum outro lugar.

Ou a Igreja do Sangue Derramado, em São Petersburgo, com uma fachada rica em detalhes e o interior repleto de mosaicos que recontam passagens bíblicas. A bela construção salta aos olhos de qualquer turista e é apenas uma amostra do o País oferece no campo sacro. Uma opção mais próxima fica na Vila Alpina, em São Paulo. A Igreja Ortodoxa Russa da Santíssima Trindade é o reduto de vários imigrantes do Leste Europeu e, agora, de seus filhos, para praticar a sua fé em terras brasileiras. Aberta para não fiéis, a celebração da missa da Páscoa, uma das datas mais importantes para os russos, é uma das mais belas a ser assistida. 

Do sacro ao profano, atrações como o Hermitage, em São Petersburgo, palco de um dos grandes momentos da Revolução Russa de 1917, ou os Arranha-Céus de Stalin, em Moscou, contam períodos importantes para os russos e refletem ideais que moldaram a história do País — e são ótimas opções para se incluir no roteiro. Confira mais curiosidades do vídeo abaixo e veja mais indicações de passeios. 

Para assistir ao vídeo no seu formato original, siga o perfil do Instagram do Viagem (@viagemestadao). Toda sexta-feira, às 16h, até o dia 15 de junho, tem material novo no ar. E, para conferir os antigos, procure os ícones salvos na área de destaque, abaixo da bio. Confira o material completo também no site do Viagem Estadão

Agradecimentos: Bispo Gregor Petrenko, Acervo Estadão. 

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Da Redação, O Estado de S. Paulo

01 Junho 2018 | 19h23

Nós já te mostramos o que visitar em Moscou, os destaques de São Petersburgo e as atrações imperdíveis das cidades-sede da Rússia. Chegou a hora de apresentar os destaques do Leste Europeu

Geograficamente, o Leste Europeu compreende os países da Europa Oriental. Já historicamente, a região tem em comum regimes socialistas que sofreram influência da antiga União Soviética. Na prática, portanto, o conceito do Leste Europeu engloba três fatores: geográfico, político e ideológico. É uma região rica em atrações e história.

Na República Checa, por exemplo, o Orloj, o relógio medieval astronômico, a ponte Carlos, a mais antiga e famosa, e o Castelo de Praga com a sua troca de guarda cujos trajes são azuis, são algumas das paradas obrigatórias na capital. Mas o roteiro só estará completo com os tours de degustação de cerveja. O país é um grande consumidor da bebida que agrada bebedores profissionais e casuais. 

Já na Croácia, as praias são grande chamariz. Mas desde o sucesso de Game of Thrones, da HBO, Dubrovnik, uma das locações da série, tem atraído cada vez mais turistas.

Aperitivo. Do lado de cá do Oceano Atlântico, a Vila Zelina, localizada na zona leste de São Paulo, oferece uma amostra do que encontrar do lado de lá, na Europa Oriental. É que a região é um reduto de imigrantes do Leste Europeu, que mantêm a tradição nas receitas, reproduzidas agora por seus descendentes, e comercializadas na Feira do Leste Europeu e também em estabelecimentos da região.

Na Marek Cervejaria, encontre uma variedade de cervejas checas, mas também pratos e petiscos típicos. Já na pizzaria Famiglia Klestoff, uma mistura da Itália e da Rússia é traduzida em uma pizza quadrada, de sabores personalizados, um belo indício de que a Copa do Mundo pode, sim, acabar bem com uma redonda, mesmo para quem acompanhar o Mundial do Brasil

Para assistir ao vídeo no seu formato original, siga o perfil do Instagram do Viagem (@viagemestadao). Toda sexta-feira, às 16h, até o dia 15 de junho, tem material novo no ar. E, para conferir os antigos, procure os ícones salvos na área de destaque, abaixo da bio. Confira o material completo também no site do Viagem Estadão

Agradecimentos: Marek Cervejaria, Famiglia Klestoff, Delícias Mil, Acervo Estadão. 

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O Estado de S.Paulo

14 Junho 2018 | 17h41

 

Quando se fala em Rússia, um dos primeiros pensamentos é 'vodca'. De fato, a bebida destilada faz parte da tradição russa e há até um museu dedicado a contar sua história em São Petersburgo - que nós visitamos, leia sobre ele aqui.

Nada mais justo, então, do que dedicar um episódio do A Rússia é Logo Ali à bebida típica. Nele, dois entendedores do assunto - Henrique Sarhan e Bruno Mori, donos da marca Tiiv, a primeira vodca orgânica do Brasil - explicam como é o processo de feitura da vodca, o que garante qualidade a ela e qual a diferença de uma vodca orgânica. Ao lado do repórter do Estadão, colunista do Viagem e apreciador de bons drinques, Gilberto Amendola, os dois esclarecem mitos e verdades sobre a vodca. É verdade que ela fica melhor congelada? Ela realmente dá amnésia? 

A russa Irina Igaratenko, que vive no Brasil há anos e prepara a própria vodca, volta ao programa para explicar como é que se bebe vodca na Rússia, afinal. Sim, o ritual é bem diferente por lá. Não se pode, por exemplo, servir vodca para alguém e entregar o copo na mão da pessoa. É preciso colocar na mesa e, dali, ela mesma pega e vira. Fazer de outra forma dá briga.

LEIA MAIS - Com a Copa, vodca entra em alta temporada

Para acompanhar os jogos da Copa, Henrique, Bruno e Gilberto dão suas receitas de drinques com vodca. E, claro, há a degustação de quatro tipos diferentes de vodca: uma russa, uma brasileira popular, uma orgânica e uma marca mundial bastante famosa. As preferidas de nossos convidados também estão no vídeo. 

 

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O Estado de S.Paulo

15 Junho 2018 | 22h31

E finalmente a Copa do Mundo da Rússia começou! Com ela, porém, chega ao fim nosso programa nos stories do Instagram do Viagem ( @viagemestadao) A Rússia Logo Ali. Foram 15 episódios, um por semana desde março, cada um contando sobre um aspecto do país que é sede deste Mundial. Cultura, gastronomia, história, arquitetura, esportes, comportamento... Tudo para você acompanhar as partidas de futebol sabendo mais sobre a Rússia. 

O último não poderia deixar de ser sobre a história dos esportes no país. E não só porque estamos dentro de um megaevento esportivo, mas porque os russos sempre foram destaque no esporte, sobretudo nos Jogos Olímpicos (de inverno e de verão). 

 

No futebol, eles não levam a melhor. Apesar de ter muitos times nacionais (CSKA, Dínamo, Spartak, Lokomotiv...), o nível do Campeonato Russo não é alto. Em Copas do Mundo, a Rússia (e mesmo a URSS) nunca ganhou uma medalha de ouro. O melhor resultado na modalidade foi nas Olimpíadas de 1988, quando a URSS venceu o Brasil por 2 a 1 na final.

Já em modalidades como o hóquei no gelo e a patinação artística no gelo, é potência mundial. O hóquei masculino russo é o que mais ganhou medalhas em Mundiais e, em Olimpíadas, só fica atrás do Canadá. Na Coreia do Sul este ano, nos Jogos de Inverno, a Rússia ganhou ouro e prata na patinação artística no gelo no feminino individual.

Nosso programa também lembra nomes como Zaytsev e Savin, do vôlei; Isinbayeva, do salto com vara; Alexander Popov, da natação; entre outros grandes nomes de atletas russos. E, claro, não deixamos de falar sobre doping

 

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