Adrenalina pura 5

Meca dos esportes radicais no país, Queenstown é para quem quer agito e adrenalina. Foi lá que o bungy jump foi inventado por A.J. Hackett - hoje, dono de uma marca própria que conta com diversos desses "brinquedos" espalhados pelo mundo.

O Estado de S.Paulo

04 Setembro 2012 | 03h12

"Jogando pessoas de coisas desde 1986" é o slogan da empresa que, só na cidade, oferece três opções para quem quer fazer exatamente isso: se jogar. No Kawarau, o primeiro a ser criado, o salto ocorre de uma ponte sobre o Rio Kawarau, a 43 metros de altura. Custa 180 dólares neozelandeses (R$ 294), mesmo valor do The Ledge, uma plataforma com vista panorâmica sobre a cidade. No The Nevis, o mais radical deles, o corajoso em questão se atira de uma altura de 134 metros, com 8,5 segundos de queda livre. Custa 260 dólares neozelandeses (R$ 425) - e é inesquecível. Site: bungy.co.nz.

Além da adrenalina de pular de despenhadeiros, Queenstown oferece uma gama extensa de diversões radicais. Uma delas é o Skyline Luge (skyline.co.nz), espécie de bisneto do carrinho de rolimã com rodas de borracha e sistema de freio, que desce um circuito de concreto construído em uma montanha nos limites da cidade. Viciante.

São três pistas com diferentes níveis de dificuldade para descer a toda velocidade, pagando 43 dólares neozelandeses ( R$ 70) para três descidas. É seguro - desde que se siga as regras, claro. Nada de brincar de ultrapassagem com outros pilotos e nem pense em abrir mão do capacete. Um teleférico leva os visitantes ao topo da montanha - aproveite a vista. À noite, um restaurante funciona no local, reunindo casais apaixonados que admiram as luzes da cidade aos seus pés.

No ar, na terra e também na água. O rafting pelo Rio Kawarau (sim, o mesmo do bungy jump) tem corredeiras de níveis 3 a 5 - sendo 5 o número mais alto na escala de radicalidade.

Para acalmar os ânimos, embarque em uma viagem no tempo no barco a vapor TSS Earnslaw Cruises (realjourneys.co.nz), que em outubro completa 100 anos de atividades pelo lago Wakatipu. Os passeios custam, em média, 50 dólares neozelandeses (R$ 81) e incluem visitas a fazendas e saborosas refeições a base de carne de ovelha. No mesmo ritmo, outra boa pedida é um tour por vinícolas - a mais famosa é a Gibbston Valley (gibbstonvalleynz.com), fabricante de saborosos pinot noir.

Se quiser fugir um pouco do agito de Queenstown, uma boa opção é a vizinha Wanaka, com trilhas relaxantes ao redor do lago homônimo. /T.Q.

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