Ainda que alternativo, não perca os clássicos

Além de testemunhas de uma era, as lendárias Florença, San Gimignano e Siena abrigam tesouros do Renascimento

O Estado de S.Paulo

08 Junho 2010 | 03h52

Aproveitar as benesses do agriturismo não significa dispensar as atrações que fizeram da Toscana um dos destinos mais cobiçados do globo. Durante sua semana de imersão entre oliveiras e parreirais, reserve tempo para conhecer (ou visitar novamente) Florença, San Gimignano, Siena, Monteriggione...

A começar do clássico, Florença. Mesmo quem não está no centro da capital do Renascimento pode chegar em menos de uma hora à Piazza Santa Maria Novella. Coração da cidade, o local abriga a quarta maior estação de trem da Itália, o terminal de ônibus e a Basílica que dá nome à praça. Símbolo da arquitetura renascentista, foi concluída em 1470 e é um dos destinos mais visitados do país.

Para concorrer com a Basílica, só mesmo a Galleria degli Uffizi. É neste complexo que está o maior acervo do Renascimento italiano. Perto da Uffizi, na Galleria dell"Accademia, fica o David di Michelangelo. A estátua, símbolo do máximo da potência da República de Florença, permaneceu por mais de 300 anos em frente ao Palazzo Vecchio, na Piazza della Signoria. Em 1873, foi transferida para a galeria e hoje uma réplica pode ser apreciada ao ar livre. Ainda que Florença tenha atrações suficientes para vários dias, convém aproveitar as cidades vizinhas. Então, tome a estrada para Siena.

A cidade é mundialmente famosa por sua imensa Piazza del Campo e por abrigar o Palio. A tradicional corrida de cavalos, criada no século 17 em homenagem à Nossa Senhora, ocorre em 2 de julho e 16 de agosto.

Sua próxima escapada deve ser para San Gimignano. Uma das mais preservadas cidades medievais do mundo, ainda ostenta 14 torres, símbolos do poder das famílias da época. Como "nova" atração, está a imperdível Gelateria di Piazza, a pluripremiata sorveteria detentora do título de melhor gelatto do mundo em 2006/07 e 2008/09. Encare a fila que contorna a piazza, onde ainda hoje é possível sentir a atmosfera medieval, para entender o que o sorvete de lá tem de tão especial./ F.G.

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