Mônica Nobrega/Estadão
Mônica Nobrega/Estadão

Antes ou depois da floresta, o caos provocante de Manaus

Deixe a frescura em casa para se jogar na área do porto, onde cores e cheiros são intensos e o mercado de peixes é um aglomerado de barcos de pesca

Mônica Nobrega, O Estado de S.Paulo

02 Maio 2017 | 05h13

Havia um show conjunto de quatro cantoras da cidade programado para a noite de sexta-feira no Teatro Amazonas. Com ingressos a R$ 30 ainda disponíveis, o programa era perfeito para fechar o primeiro dia em Manaus e ainda conhecer por dentro o principal monumento à prosperidade financeira do ciclo da borracha no norte do Brasil. Inaugurado em 1896 em estilo renascentista, o teatro foi um dos responsáveis pelo apelido de Paris dos Trópicos que a capital do Amazonas recebeu na época. 

Manaus se mostra provocante e caótica na medida para contrapor a imersão na floresta. Deixe a frescura em casa para se jogar na área do porto, onde cores e cheiros são intensos, o mercado de peixes é um aglomerado de barcos de pesca que vendem eles mesmos seu produto fresco, há um enorme mercado de bananas, outro de frutas e um terceiro de vegetais, e ainda o Mercado Adolfo Lisboa.

Esse último, com sua arquitetura de ferro e sua reforma concluída em 2013, vende ervas, vegetais, carnes, farinhas (R$ 8 o quilo) e artesanato baratinho e genérico. O bom artesanato, feito por comunidades indígenas e com atestados de origem, está na Galeria Amazônica (galeriamazonica.org.br), em frente ao Teatro Amazonas. Lá, pode abrir a carteira: é tudo lindo e pagável. 

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