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As novidades da temporada de esqui na América do Sul

Bariloche, Valle Nevado e mais: confira o que fazer nas estações de esqui e snowboard

O Estado de S.Paulo

28 Junho 2016 | 00h40

A América do Sul teve sorte: este ano, a neve começou a cair entre abril e maio nos destinos de esportes de inverno mais concorridos do continente. Alguns resorts de esqui e snowboard já estão, em média, há 15 dias em funcionamento, e seguem assim até o fim de setembro ou o começo de outubro. A partir do fim desta semana, com a chegada de julho, a altíssima temporada está oficialmente decretada. Os preços são em dólares – para economizar, procure promoções, como os minipacotes de Valle Nevado e Chillán.

Mas, se o orçamento não permite ir ao exterior, o Ski Mountain Park, em São Roque (75 km de São Paulo), animará as férias com show de neve e heróis passeando pelo complexo, além da pista de esqui: R$ 30 por meia hora de esqui, ou R$ 79,80 o passe diário.

Quer outras sugestões de roteiro? Confira aqui sete sugestões de destinos para ir em julho escolhidas pela equipe do Viagem.

Abaixo, as novidades das principais estações de esqui da América do Sul:

ARGENTINA

Bariloche

O catamarã Gran Victoria, que leva 250 pessoas em passeios no lago Nahuel Huapi, e o banho de loja que revitalizou a Calle Mitre são novidades na cidade favorita dos brasileiros para férias de inverno. 

Na prática. São três montanhas, afastadas do centro – a maior e mais famosa, Cerro Catedral, com 60 pistas, está a 25 km. A abertura das pistas de esqui será em 1º de julho. Passes custam até 910 pesos (R$ 211). Leia mais sobre a estação aqui

Villa La Angostura

A 85 quilômetros de Bariloche, é mais exclusiva. O centro de esqui Cerro Bayo, com 25 pistas, investe em serviços e em boa gastronomia nos seis restaurantes. Hospedagens fazem mais o estilo butique. 

Na prática. Em Angostura, são só 20 dias de temporada (e tarifas) altas: 10 a 30 de julho, com passes diários a 950 pesos 

(R$ 220). Antes e depois, é média temporada: o custo diário baixa para 750 pesos (R$ 173).

Las Leñas

O esqui noturno é a novidade da temporada, oficialmente até 15 de setembro na badalada estação que fica na província de Mendoza, 360 quilômetros ao sul da capital (Malargüe, a cidade mais próxima, fica a 80 km). 

Na prática. É um resort de neve com 30 pistas, cinco hotéis e um hostel. Há pacotes que começam em US$ 1.495 por pessoa, com voo fretado de Buenos Aires a Malargüe. Passes diários custam até 920 pesos (R$ 213).

CHILE

Valle Nevado

Em temporada desde 10 de junho, foi a primeira estação da América do Sul a abrir as portas, graças às nevascas que chegaram mais cedo. O resort incluiu dez novos canhões de neve e um bilhete eletrônico de acesso aos meios de elevação que pode ser carregado online. Há lojas novas e os restaurantes estão reformados. 

Na prática. Além de seus três hotéis, a estação de 44 pistas vai bem como passeio de um dia desde a capital chilena, Santiago, que fica a 65 quilômetros de distância. Passes diários custam até 48 mil pesos chilenos (R$ 240). 

Corralco

Acrescentou à sua infraestrutura um parque de neve, reservado aos praticantes avançados de estilo livre, e uma pista de descida em boias, o tubing. 

Na prática. Com 26 pistas, um hotel e cercada por florestas de araucárias aos pés do Vulcão Lonquimay, dentro de uma reserva natural, a estação tem acesso pela cidade de Temuco. Pacotes de 3 noites com refeições e uso ilimitado dos meios de elevação começam em US$ 670 (R$ 2.236).

Termas de Chillán

O heliski, que leva os hóspedes de helicóptero a alturas às quais os teleféricos não chegam, é a novidade da temporada no resort. 

Na prática. Aberto há mais de 30 anos, é o hotel mais antigo da região. Fica em uma área vulcânica cercada de bosques, cerca de 500 quilômetros ao sul de Santiago, com 28 pistas. Pacote familiar de 3 noites com pensão completa, desde US$ 1.215 (R$ 4.055).

Portillo

A temporada de esqui e snowboard só vai terminar lá em 1º de outubro. O hotel está com parte dos seus quartos reformados – lembre-se de pedir um deles na hora da reserva. 

Na prática. Localizado a duas horas do aeroporto de Santiago, Portillo é a mais familiar das estações chilenas, além de extremamente fotogênico com seu hotel amarelão e a piscina aquecida ao ar livre de frente para o lago, com montanhas nevadas ao fundo – mesmo panorama que se tem das janelas dos quartos. Tem 34 pistas e nunca está lotada demais – cabem cerca de 450 hóspedes por semana. Os pacotes são all-inclusive, o que se estende aos meios de elevação. Para esta temporada, o complexo lançou minipacotes de 3 noites com preços que começam em US$ 1.371 por pessoa (R$ 4.575). 

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