Atrações eternas. E seus clones

O Teatro Municipal do Rio só podia ter um toque parisiense. O relógio de Paranapiacaba, bem, é a cara do Big Ben. A Estação da Luz de São Paulo veio da... Austrália! E nosso Cristo Redentor inspirou Malta Um quê de Paris no Rio O Rio, então capital do Brasil, queria um teatro pomposo como a Ópera de Paris (à esq.), de Charles Garnier. Em 1909, foi inaugurado o Teatro Municipal, com fachada de estrutura bem semelhante: escadarias, cúpulas, colunas e decoração barroca. Big Ben paulista Os ingleses fizeram de Paranapiacaba a Londres brasileira. A vila, que tem até sua versão do fog, ganhou uma ferrovia. Depois, os súditos da rainha decidiram que não poderiam viver sem o Big Ben, símbolo da pontualidade. E trouxeram uma réplica do relógio, feita em 1898. O chá das cinco e as casas vitorianas são outras "coincidências". Luz ou Melbourne? A Estação da Luz, no centro de São Paulo, foi escolhida em um catálogo inglês, em 1895. À época, as autoridades queriam uma estrutura moderna. O engenheiro Henry Driver desenhou, então, um projeto baseado no livro, mas também nos traços marcantes da Flinders Street Station, em Melbourne, na Austrália. Redentor em Malta O Brasil copia, é verdade, mas nosso maior ícone turístico - e uma das sete maravilhas do mundo moderno -, o Cristo Redentor, também abre os braços em terras estrangeiras. No alto da colina Tas-Salvatur, na Ilha de Gozo, em Malta, uma réplica (quase) perfeita da estátua de concreto protege os habitantes, evitando que o vulcão adormecido volte a entrar em erupção.

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