Avalie os eventuais riscos antes de embarcar

No dia 12 de abril, o exército de Guiné-Bissau deu um golpe de Estado na capital Bissau, prendendo políticos do antigo governo. O toque de recolher imposto logo após a ação já foi suspenso. No entanto, a situação ainda é tensa no país e os voos comerciais estão começando a escassear. A recomendação para cidadãos ingleses e americanos é de deixar o país caso não seja imprescindível ficar.

07 Maio 2012 | 19h41

 

Além de manter o hábito de dar uma olhada no noticiário internacional, há alguns sites que ajudam o viajante a se atualizar sobre a situação política do destino que pretende visitar. Os que são mantidos e atualizados pelos governos dos Estados Unidos (travel.state.gov) e do Reino Unido (fco.gov.uk) são os mais completos e cuidadosos. Ambos produzem relatórios sobre os eventuais riscos de segurança que turistas correm em todos os países do globo – as informações são constantemente revistas. E podem também ajudar a mapear as regiões mais perigosas de cada país.

 

Exemplo: apenas algumas áreas de países como Angola e Índia não são recomendadas. O que significa que há, sim, lugares seguros em tais destinos. Já Moçambique, na descrição dos sites, está livre de problemas e pode ser visitado com tranquilidade; Timor Leste, apesar das dificuldades recentes, também não tem nenhuma ressalva.

 

Você encontra ainda explicações dos golpes e crimes mais comuns em cada destino e dicas sobre como evitar situações de risco. Algumas delas soam óbvias de tão familiares, é verdade. Como não circular por lugares desertos e pouco iluminados nem pegar táxi na rua. Mas lembre-se que os avisos não são feitos para brasileiros e, sim, para os cidadãos americanos e ingleses. O que não invalida as advertências, mas explica a diferença. Pela garantia de uma viagem tranquila, vale a pena fazer a lição de casa. / FELIPE MORTARA

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.