Azeite, outra riqueza líquida na região

Enquanto experimento quatro primorosas variedades de azeites na loja da Olivícola Laur, um pequeno paraíso onde a garrafa de meio litro custa de 25 a 80 pesos (R$ 7 a R$ 23) lembro que, segundo a guia, são necessários 6 a 8 quilos de azeitonas para fazer um litro do produto. Algo que me pareceu muito, ainda mais diante da informação de que cada oliveira produz até 160 quilos por colheita, ou cerca de 20 litros. Deve ser por isso que a produção de azeite é tão delicada.

MAIPU, O Estado de S.Paulo

14 Outubro 2014 | 02h05

Visitar a fábrica em Maipu é um programa diferente em meio às degustações de vinhos que enchem os dias em Mendoza. A guia mostra as oliveiras centenárias, árvores de porte médio e copa arredondada, e o museu onde estão os equipamentos que ajudavam na produção manual do azeite até 14 anos atrás, quando a olivícola fez a transição para o atual método centrifugado contínuo, em máquinas que também são vistas na visita guiada.

A Laur fabrica ainda aceto balsâmico, em um galpão inaugurado em 2013. As visitas custam 40 pesos (R$ 11) e precisam ser agendadas: olvlaur.com.

Os azeites Laur são misturas de vários tipos de azeitonas. Para provar azeites varietais, ou seja, feitos de uma só variedade de olivas, a Zuccardi fabrica araucos, manzanillos e frantoios, que são vendidos na loja e têm seus sabores ressaltados no restaurante Pan & Oliva.

Outra opção em Maipu é a Pasrai, que produz azeites com sabor: alho, orégano, manjericão e alecrim.

/ MÔNICA NOBREGA

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