Bate-volta

Glasgow

O Estado de S.Paulo

03 Agosto 2010 | 01h59

A maior cidade escocesa é uma espécie de São Paulo com menos trânsito e mais segurança. Cinzenta e gelada mesmo no verão, seu maior apelo é cultural. Como nenhum museu de lá cobra entrada, aproveite para visitar todos que puder. O principal é o Museu e Galeria de Arte Kelvingrove, com acervo interativo e obras importantes de Botticelli e Salvador Dali. O Museu de São Mungo de Vida e Arte Religiosa apresenta em seu acervo a importância da religião em diversos povos. Na Galeria de Arte Moderna (Goma), obras contemporâneas de qualidade. Um dia ou dois, no máximo, já serão suficientes.

Lago Ness

Nessie, o famoso monstro que habitaria o lago escocês há séculos, atrai milhares de visitantes todos os anos à região de Inverness, no norte do país. É bem provável que a lendária criatura não apareça, mas ainda assim o tour vale pelas impressionantes paisagens da região, as Highlands (Terras Altas). Há diversos passeios, que podem ser comprados em Glasgow ou Edimburgo. Como a rede de transportes na Escócia é eficiente, você não deve ter problemas se decidir fazer tudo sozinho. O site oficial ajuda: www.visitscotland.com

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