BÓSNIA

Os poucos sorrisos e as caras fechadas dos primeiros dias foram cedendo lugar a um "bom diiiia" aqui, mesmo sendo noite, e a muitos "obrigaduuuuus", relata Marco Crea, diretor de operações do Casa Grande Hotel, no Guarujá, que virou a casa da Bósnia e Herzegovina durante a Copa. Houve até uma camareira, responsável por cuidar do quarto de Dzeko, o goleador do time, que passou a ensinar aos jogadores as palavras mais usadas em português.

O Estado de S.Paulo

29 Julho 2014 | 02h06

Mais de uma vez, aproveitaram a localização do hotel para jogar futebol na Praia da Enseada. "E fizeram isso numa boa, com torcedores e meninos que estavam por lá na hora", diz Crea. E, se quisessem, ainda tinham à disposição drinques e petiscos do bar da praia, exclusivo para hóspedes.

Famoso pelo alto padrão gastronômico de seus cinco restaurantes - um deles com acesso pé na areia -, o Casa Grande aproveitou a Copa para efetuar algumas reformulações. Quem se hospedar por lá poderá desfrutar de quartos repaginados e da nova iluminação das áreas internas e externas. "A Copa, para nós, foi uma oportunidade de melhorar de forma geral ainda mais as instalações do hotel, incluindo o spa", afirma Crea.

Ao todo, são 40 mil metros quadrados, onde estão duas piscinas (uma exclusiva para crianças) e jardins com redes preguiçosas, onde, quiçá, os atletas sonharam em ir mais longe na competição.

Tarifas: R$ 548 para dois, com café; casagrandehotel.com.br

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