Brasília de bamba, sim, senhores

Brasília de bamba, sim, senhores

MARIA TEREZA MATOS - ESPECIAL PARA O ESTADO, O Estado de S.Paulo

14 Outubro 2014 | 02h05

Samba todos os dias da semana. Poderia ser no Rio de Janeiro, mas, acredite, estamos falando de Brasília. Quem vai à capital federal talvez se surpreenda ao descobrir que ela também é um destino para amantes do ritmo. Vários bares têm apresentações semanais, além de rodas de samba gratuitas pela cidade.

Clube do Choro de Brasília. Inaugurado em 1977, é referência de boa música. Grandes nomes do choro, samba e MPB passam por ali semanalmente. Há apresentações de terça a domingo. Fica no SDC, Bloco G, Eixo Monumental; tel.: 61-3224-0599. Desde R$ 10.

Outro Calaf. O bar espanhol tem dois dias dedicados ao samba. As terças lotam com o Adora-Roda. Além do repertório próprio, o grupo apresenta canções de Noel Rosa, Cartola e Paulinho da Viola. Nas tardes de sábado, o Sambão do Calaf faz uma viagem pelo ritmo. No SBS 2, Bloco Q; tel.: 61-3322-9581. Ingressos a partir de R$ 15.

Samba da Rua. Como o nome diz, ocorre na rua, aberto a quem quiser chegar. Desde 2013, um grupo de amigos se reúne na praça da Vila Telebrasília. Um sábado por mês, jovens sambistas homenageiam Clara Nunes, João Nogueira, Dona Ivone Lara e outros. Via L4 Sul, Vila Telebrasília; tel.: 61-8425-5961. Gratuito.

Balaio Café. Às quintas, a pequena casa na Asa Norte é invadida pelo som de atabaques. O grupo Filhos de Dona Maria toca o que eles chamam de "samba de terreiro". Para a roda, além dos clássicos, trazem a musicalidade africana com afoxé, jongo e chula. CLN 201, Bloco B; tel.: 61-3327-0732. Gratuito. / MARIA TEREZA MATOS, ESPECIAL PARA O ESTADO

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