Buenos Aires e a volta do câmbio paralelo

Nos últimos meses, o governo da presidente Cristina Kirchner vem dificultando a compra de dólares por argentinos. Agora, os hermanos só podem comprar dólar-papel nas casas de câmbio quando têm viagem marcada. Isso ocasionou o ressurgimento do mercado paralelo, já que os argentinos estão acostumados a fazer poupança e transações imobiliárias em dólar.

Ricardo Freire, O Estado de S.Paulo

07 Agosto 2012 | 03h10

Enquanto a melhor cotação nas casas de câmbio está em 4,30 pesos por dólar, no paralelo a moeda americana alcança os 6,40 pesos. É bastante arriscado para um estrangeiro trocar seus dólares no paralelo, já que o país está inundado de notas falsas. Mas sempre vale a pena perguntar a cotação praticada em restaurantes e lojas. É bem provável que ofereçam um valor intermediário entre as duas - algo como 5,50 pesos por dólar. Vale a pena.

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