Cláudia Coelho/Divulgação
Cláudia Coelho/Divulgação

Cairns, paraíso cercado por corais

População de 150 mil habitantes chega a dobrar na alta temporada. A responsável? A Grande Barreira de Corais

Adriana Moreira, O Estado de S.Paulo

23 Junho 2009 | 02h17

Pequena. Cairns, no norte da Austrália, seria apenas uma cidadezinha litorânea sem grandes atrativos, não fosse a Grande Barreira de Corais. É ela que faz a população de 150 mil habitantes dobrar na alta temporada, entre maio e outubro. Nessa época, as chuvas torrenciais de verão já cessaram e a temperatura da água, mais amena, mantém afastadas as temidas águas-vivas gigantes.

Debaixo d'água. Há várias maneiras de explorar o impressionante mundo submerso da Grande Barreira, Patrimônio da Humanidade pela Unesco. O ideal é chegar a Cairns com um certificado de mergulho em mãos, para ter acesso a pontos mais exclusivos. Senão, você fará descidas de apenas 15 a 30 minutos de duração.

Para escolher a embarcação que mais tenha a ver com seu perfil, consulte uma das dezenas de agências de viagem do centro ou vá direto ao Reef Terminal, onde são vendidos os tíquetes para os barcos.

Ilhas. Também é no Reef Terminal que você compra os passeios para as ilhas próximas a Cairns, Green Island e Fitzroy Island. A pedida é estender a canga na areia branquinha e relaxar. Ou alugar máscara de snorkel e pé de pato para observar tartarugas e peixinhos - o peixe-palhaço do desenho de Walt Disney Procurando Nemo é figura fácil por lá.

Selvagem. As água-vivas não são o único perigo natural em Cairns. Crocodilos também estão presentes - há, inclusive, uma espécie de água salgada. Se quiser observar os animais sem correr o risco de entrar para as estatísticas de ataques, reserve um cruzeiro que percorre os principais rios da região. Saiba, no entanto, que é mais fácil avistá-los de setembro a abril, quando os rios estão cheios e as temperaturas, mais altas.

Crocodilo Dundee. Outra opção é visitar a Hartley's Crocodile, fazenda especializada na criação dos crocs, como são chamados pelos australianos. Os turistas fazem um minicruzeiro por um lago que reproduz o hábitat dos répteis.

Ao contrário da imagem de lentos e preguiçosos, os bichos dão saltos impressionantes quando o barqueiro exibe um pedaço de carne.

Zoos. A exótica fauna local obriga o visitante a fazer uma visita aos zoos australianos. O de Cairns não é o mais completo, mas pode ser divertido. Na entrada, você compra um saquinho de ração por 1 dólar australiano para alimentar os cangurus. Criados soltos em uma área exclusiva, eles vêm comer na mão. Você também pode visitar o berçário dos coalas e até tirar foto com um deles (se pagar mais 15 dólares australianos além dos 31 da entrada).

Mais conteúdo sobre:
Viagem Austrália Cairns corais

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.