Câmbio no exterior: tempo também é dinheiro

Doze dias indo e voltando por Frankfurt, com Rota Romântica, Innsbruck, Viena e Salzburgo. Quantos dias devo ficar em cada cidade? (Natália, São Paulo).

RICARDO , FREIRE, O Estado de S.Paulo

24 Abril 2012 | 03h08

O ideal seria ter comprado passagem com ida por Frankfurt e volta por Viena, sai o mesmo preço e evita fazer o trajeto de volta sem necessidade. Fique dois dias em Würzburg para a Rota Romântica, passe em Füssen a caminho de Innsbruck (fiquem dois dias), depois quatro dias em Viena, dois em Salzburgo e dois em Frankfurt.

Dez dias de carro, fazendo Berlim, Munique e alguma coisa na República Checa. O que você recomenda?. (Tatiana, Santo André).

Recomendo simplificar o roteiro. Com apenas dez dias disponíveis e três grandes cidades no cardápio o carro só vai atrapalhar vocês. O melhor é escolher duas cidades entre Berlim, Munique e Praga. Compre passagem de ida até a primeira e de volta desde a última. Use o trem entre Berlim e Praga ou Munique e o ônibus entre Munique e Praga.

Toda operação de câmbio implica em perda. O que dá para fazer é tentar minimizar o prejuízo. Mas não preste atenção apenas em taxas de IOF: compare a cotação praticada por bancos e corretoras. Avalie também quanto custa o seu tempo. Vale a pena perder uma tarde para ir numa casa de câmbio no centro, quando dá para sacar no caixa eletrônico ao lado, ou simplesmente pagar no cartão (e ganhar milhas com isso)? Quanto custa o estresse de carregar dinheiro vivo? E o que você faz com aquele saldo que volta com você no cartão de débito recarregável? Minha fórmula: leve um pouco de dinheiro vivo, faça saques no caixa eletrônico para os gastos pequenos do dia a dia, use um cartão de crédito que dê muitas milhas e leve um cartão de débito como plano B, para ser carregado numa emergência.

* Acompanhe o caminho do colunista em

viajenaviagem.com

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