Charme e delícias da vila aos pés da montanha

PUCÓN - São principalmente as áreas no entorno de Pucón que atraem cerca de 200 mil turistas a cada ano. Mas as ruazinhas da pequena cidade, lar de 25 mil habitantes, têm seu charme – especialmente quando o céu está limpo e se pode ver, de qualquer ponto da vila, o majestoso cone branco do Vulcão Villarrica a enfeitar o cenário.

Silvio Crespo - O Estado de S. Paulo,

20 Novembro 2012 | 13h53

Em dia claro e com temperatura amena, as várias chocolaterias com mesas nas calçadas são um delicioso programa de fim de tarde – entre as especialidades locais estão o fondue e alguns tipos de sobremesas.

A rua Fresia concentra os restaurantes mais turísticos, de nacionalidades variadas: árabe, italiano e, claro, chilenos mais ou menos típicos. Carnes e peixes são destaques. No Tio Pablo (número 215 da rua), os pratos ficam prontos rapidamente e não decepcionam.

Uma opção para comer em local frequentado pelos moradores é o Club 77 (rua O’Higgins, 635). No ambiente simples, mas arrumadinho, serve o peixe mais típico do sul do Chile, o congrio, além de carnes e pratos vegetarianos. Outro endereço com boa comida natureba é a Hosteria École (General Urrutia, 192), um albergue cujo restaurante serve pratos vegetarianos inspirados na culinária indígena da região.

Apesar do clima pacato e não exatamente baladeiro, dá para bebericar um pisco sour (o do Hotel Antumalal é famoso) e tentar a sorte no cassino da cidade, o Enjoy Pucón.

Mapuches

A cultura dos mapuches, povo pré-colombiano que habitou a região e do qual grande parte dos chilenos descende, é uma das atrações de Pucón. O Museo Mapuche expõe uma coleção privada de esculturas, máscaras e utensílios. Ingresso a 1.500 pesos chilenos (R$ 6,40).

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