Alexander Natruskin/ Reuters
Alexander Natruskin/ Reuters

Confira 6 lugares imperdíveis em Moscou

Para além do centro histórico, a capital da Rússia oferece museus e catedrais que valem a visita

Bruna Toni, O Estado de São Paulo

08 Maio 2018 | 00h20

VDNKh e Museu da  Cosmonáutica

Estação: VDNKh (linha 6)

O VDNKh é um complexo expositivo com mais de 500 estruturas, entre prédios e esculturas. Abriga o Museu da Cosmonáutica, construído aos pés do Monumento aos Conquistadores do Espaço, de 1964. Aberto em 1981, o museu traz curiosidades sobre a exploração da lua e do sistema solar e sobre os programas espaciais russos, como a ida do primeiro homem ao espaço, Yuri Gagarin, em 1961. Custa 250 rublos (R$ 14): vdnh.ru/en e kosmo-museum.ru.

Museu da História  Contemporânea da Rússia

Estações: Pushkinskaya (linha 7) ou Tverskaya (linha 2)

Dedicado à história moderna da Rússia, no período entre os séculos 19 e 21, e criado no calor dos dias revolucionários de 1917 por intelectuais e cientistas, o Museu Central da Revolução ganhou o nome atual em 1998, depois de reformulações e de ganhar o status de instituição científica. Guarda os registros e acervos das “lutas pela libertação russa”. Custa 250 rublos (R$ 14): sovrhistory.ru.

Museu da Grande Guerra  Patriótica (2ª Guerra Mundial) e Parque da Vitória

Estação: Park Pobedy (linha 3)

Os mortos na 2ª Guerra Mundial estão homenageados neste museu. Fora, o obelisco de 140 metros com cenas da guerra contra os nazistas tem, no topo, a Deusa da Vitória. O hall temático da Tristeza apresenta lágrimas de cristal que descem do teto, enquanto o da Fama lista os nomes dos heróis da guerra. Impressionantes são os dioramas, representações artísticas tridimensionais que reproduzem cenas do conflito. Expostos estão também veículos e armamentos usados pelos soviéticos. Custa 350 rublos (R$ 20): victorymuseum.ru.

Catedral de Cristo Salvador

Estação: Kropotkinskaya (linha 1)

Bem próxima ao Museu de Belas Artes (combine a visita no mesmo dia), a catedral ortodoxa é exemplo clássico da arquitetura religiosa russa. Diferentemente de São Basílio, ela é mais sóbria, e chama a atenção pelas cinco cúpulas douradas. Inaugurada em 1883 durante a coroação do czar Alexandre III e em homenagem à vitória diante das tropas de Napoleão, foi dinamitada em 1931 a mando de Stalin. No seu lugar deveria ser construído um Palácio Soviético; mais tarde, virou piscina pública. O local só voltou a ser catedral em 2000; a arquitetura reproduz traços do século 19. A vista é gratuita: new.xxc.ru.

Museu Estatal Pushkin de Belas Artes

Estação: Kropotkinskaya (linha 1)

O maior acervo de arte da capital russa nasceu em 1912 (e foi reconstruído na década de 1940 após bombardeios)  para ser o que é até hoje: reunião de obras de arte e esculturas do mundo todo. Há coleções egípcias; de arte clássica; pinturas do impressionismo francês; mosaicos e ícones da arte bizantina e italiana; esculturas da Europa Ocidental. São 700 mil itens, alguns vindos do Hermitage, em São Petersburgo. Custa 400 rublos (R$ 22): bit.ly/viapushkin.

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