Da carochinha

O homem, as fábulas

O Estado de S.Paulo

19 Março 2013 | 02h12

Nascido em 1805, em Odense, Hans Christian Andersen mudou-se aos 14 anos para Copenhague, atrás do sonho de atuar. Apesar de ter sido ator e até bailarino, foi com a escrita que Andersen alcançou o estrelato. Aos 17, teve seu primeiro livro publicado e, ao longo da vida, escreveu 156 contos. No museu dedicado a ele em Odense é possível saber mais detalhes sobre suas inspirações e algumas curiosidades: ele era um grande viajante e conheceu mais de 20 países

O Soldadinho de Chumbo

A história, de 1838, narra as

desventuras de um soldadinho de chumbo de uma perna só, que se apaixona por uma bailarina. Depois de cair pela janela - ato tramado por outros bonecos -, o soldadinho é encontrado por dois meninos que o colocam para navegar sobre um barco de papel. A icônica passagem foi reproduzida no centro de Odense - no entanto, apesar da semelhança, a embarcação que se vê no lago do H.C. Andersen Garden é mesmo feita de aço

O Patinho Feio

Nascido em um ninho de pata, um filhote de cisne sofre por ser diferente dos irmãos e, mais tarde, se transforma no mais belo dos cisnes. Biógrafos afirmam que a narrativa, de 1843, é uma metáfora do autor sobre sua própria vida: ele sofria com as gozações dos colegas em razão de sua altura (1,85m) e, de família pobre, lutou para alcançar o sucesso. Com guache, Salvador Dalí ilustrou essa (foto) e outras histórias de Andersen em 1966, em uma série especial

A Pequena Sereia

Desde 1837, a simpática sereia já conquistava leitores pelo mundo. Na obra, ela se apaixona por um príncipe humano e se dispõe a deixar o fundo do mar por ele - a estátua da personagem (foto) foi colocada no cais de Copenhagen em 1913. Depois de levar a história para o cinema, em 1989, a Disney inaugurou em Orlando, no fim do ano passado, duas atrações que têm Ariel como tema principal

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