Juliana Sayuri/Estadão
Juliana Sayuri/Estadão

Da tequila às comprinhas, imersão cultural

Duas sensações marcam a jornada na Riviera Nayarit: a inquietante tranquilidade e a inebriante tequila. Junto com Guanajuato, Michoacán e Tamaulipas, o Estado de Nayarit compõe o cinturão produtor de agave, a planta a partir da qual se fabrica a bebida e também o mescal, mais rústico. Da região saem, a cada ano, 200 milhões de litros de tequila, com selo de denominação de origem controlada.

O Estado de S.Paulo

02 Julho 2013 | 02h12

"A tequila é uma arte. De cultivar e, certamente, de beber", teoriza o mestre tequileiro da destilaria Partida Tequila, Jose Valdez, Aliás, borracho oficial, diz, brincando com a palavra que, em espanhol, define a pessoa embriagada. Ao seu lado, experimentei a tequila Elegante, envelhecida em barris de carvalho americano e definida pelos produtores, despidos de qualquer modéstia, como "a melhor tequila de todos os tempos".

De intensa cor dourada, o fato é que a bebida tem gosto de verão. Um verão local, diga-se, indolente e lânguido. Mais: partidatequila.com.

Ver, comprar. As ruínas do Forte de São Basílio, em San Blás, e os arredores de Mexcaltitán (antiga cidade de Aztlan, possível berço da civilização asteca) são os passeios arqueológicos a se fazer pela região. Interessantes, sim, mas ficam a dever a outras ruínas mais famosas espalhadas pelo México.

Para compras de artesanato e itens culturais, vá a Sayulita, colorido vilarejo hippie-chique ao norte de Puerto Vallarta. Ali se cruzam referências a Frida Kahlo e Santa Muerte, máscaras, caveiras estilizadas, clichês como sombreiros, mantas e bijus, em boas lojas como Galeria Gipsy e Revolución del Sueño.

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