De Iemanjá à colheita

Berço das religiões que cultuam orixás e da tradição de fazer oferendas à rainha do mar Iemanjá, a África subsaariana recorre às divindades para pedir proteção e fazer previsões para o novo ano. Muitos povos jogam búzios para se preparar para efemérides futuras.

O Estado de S.Paulo

27 Dezembro 2011 | 03h08

Na Suazilândia, o festival da colheita - chamado Newala - é celebrado com a passagem de ano e presta homenagem ao rei do país, conhecido como Ngwenyama ou Leão, que, segundo a crença local, tem poderes místicos. O povo acredita que, fortalecendo o seu rei, o país cresce fértil e próspero. Muçulmanos, concentrados no norte têm seu próprio calendário, que começou no ano 632, o ano da Hégira, quando Maomé e seus seguidores fugiram de Meca. Nestes lugares, a virada do ano, em 6 de junho, tem festas discretas.

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