Sofia Patsch/Estadão
Sofia Patsch/Estadão

Délhi

Capital da Índia é o ponto de partida do trem de luxo

Sofia Patsch, Délhi

29 Maio 2018 | 05h09

É a capital da Índia e principal porta de entrada do país. A metrópole é poluída e caótica, antiga e moderna. Carros dividem espaço com tuk-tuks e animais nas ruas. O trânsito não tem muitas regras e o que impera é a buzina. Nosso motorista até comentou que dirigir na Índia é trabalho duro, por isso não aconselho nenhum turista a alugar seu próprio carro. Mas o metrô funciona e é um grande aliado para fugir do trânsito nos horários de pico. 

A cidade é dividida em Nova Délhi e Antiga Délhi. Na parte nova é onde estão a maior parte dos monumentos e vestígios de impérios passados. 

Nosso tour incluiu pontos importantes da cidade. A Qutab Minar, ou Torre da Vitória, que é patrimônio da Unesco e foi construída para estabelecer o poder do Islã e o início do domínio muçulmano na Índia. O túmulo de Humayun – o primeiro grande exemplo do estilo arquitetônico islâmico/hindu, que se tornou a marca da dinastia mongol no país. Índia Gate, o Portão da Índia, um memorial aos soldados que lutaram e morreram na 1.ª Guerra Mundial. 

E também os prédios que datam da época da invasão britânica, como a residência do Presidente, a Casa do Parlamento, sede do governo e as embaixadas, que ficam na área mais policiada e florida da cidade. 

Old Délhi, ou Antiga Délhi, é onde fica o maior mercado de especiarias da Ásia. Você vai reparar que muitas pessoas ali começam a tossir por causa do cheiro forte das pimentas. Local bem tradicional, com comércios que são passados de geração em geração. Não se pode entrar de carro, só de tuk-tuk ou moto. Os indianos têm o costume de andar em três ou mais em cima da mesma moto. Foi em Old Délhi que comecei a entender como é a cultura indiana. 

Antes de pegar o trem, passamos a noite no hotel The Oberoi, que fica em Gurgaon, uma cidade satélite mais moderna e industrial, com escritórios, arranha-céus e shoppings.

Mais conteúdo sobre:
Índia [Ásia]

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.