Mariana Veiga/Estadão
Mariana Veiga/Estadão

Dez dicas para incluir Victoria Falls em um roteiro pela África

Qual lado é melhor para ver a queda d'água? Como cruzar da Zâmbia para o Zimbábue (e vice-versa)? Quando ir? Confira essas e outras respostas sobre esse impressionante cartão-postal a seguir

Edison Veiga, O Estado de S.Paulo

24 Julho 2018 | 05h00

VICTORIA FALLS - “A fumaça que troveja.” Este é o nome – Mosi-oa-Tunya – que os nativos deram originalmente a Victoria Falls, cartão-postal na divisa entre Zâmbia e Zimbábue formado pelo quase sempre pacato Rio Zambezi. Na época das cheias, 500 milhões de metros cúbicos de água são despejados de 100 metros de altura, criando a sinfonia que justifica o nome. 

A não ser que você seja praticante de esportes radicais (é possível fazer rafting nas águas do Zambezi ou saltar de bungy jump de uma altura de 111 metros da Ponte Victoria Falls), três dias são suficientes para conhecer as belezas dessa incrível queda d’água. Tanto do lado do Parque Nacional Mosi-oa-Tunya (Zâmbia) quanto do Parque Nacional Victoria Falls (Zimbábue). Assim, é perfeitamente possível incluir um passeio por lá em meio a uma viagem maior por outros locais da África Subsaariana, como Namíbia e Botsuana.

No meu caso, Victoria Falls foi uma parada em uma longa viagem em carro alugado pela África. Se preferir, há outras maneiras de chegar lá: o Viagem fez um roteiro de caminhão de 20 dias da África do Sul à Tanzânia, com direito a parar na famosa cachoeira. 

Se animou? Selecionamos dez dicas para você programar sua viagem para o destino, listado entre as 7 Maravilhas Naturais do planeta e patrimônio da Unesco.

 

 

  

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