Divulgação/ Rio Abaixo
Divulgação/ Rio Abaixo

Onze bate-voltas para fazer neste fim de semana

Selecionamos roteiros a até 2 horas de São Paulo para um passeio de um dia - mas dá para esticar a estada, se quiser

Talita Marchao, Especial para o Estado

24 de janeiro de 2020 | 05h00

Viver em um lugar tão vibrante quanto São Paulo e seus arredores proporciona algumas vantagens. E não é só pelo fato de que é possível encontrar praticamente qualquer coisa do mundo em qualquer horário na cidade que completa 466 anos. Se você quiser pisar em uvas, mergulhar com tartarugas, fazer trilha em montanhas ou tomar banho de cachoeira, tudo isso está disponível em um bate-volta, a menos de 2 horas da capital paulista.

Os passeios selecionados são para todas as idades e bolsos. Há programas para crianças, para famílias, casais e grupos grandes. Alguns estão a menos de uma hora da capital - é menos tempo do que você passa no trânsito durante a semana.

Com tempo, dá para esticar a estada e dormir nas cidades - mas não é imprescindível. Vale preparar um piquenique para gastar menos - ou garantir o lanchinho durante o deslocamento. Leve roupas extras, especialmente com crianças e nos programas que incluem um banho de rio ou mar.  

Santos 

Santos fica a 80 quilômetros da capital e oferece tantas atrações que pode render mais de um bate-volta. É possível até passar o dia na cidade sem curtir a praia. Uma sugestão é começar pela linha turística de bondes, cuja viagem dura cerca de 40 minutos e passa pelos principais pontos turísticos do centro histórico. O passeio é feito em bondes originais, alguns deles centenários, e acompanhado de guia de turismo. O ingresso custa R$ 7.

Outra opção para andar de bonde e, ao mesmo tempo, ver Santos do alto é o funicular do Monte Serrat, que te leva para uma altura de 150 metros acima do nível do mar. O trajeto é curto, de cerca de 4 minutos, mas a vista panorâmica compensa: é possível ver os prédios históricos e os navios de carga e cruzeiros se aproximando do maior porto do Brasil.

O local é também uma opção mais fácil para chegar até o Santuário de Nossa Senhora do Monte Serrat, onde a vista da cidade é ainda mais bonita. A vantagem é não precisar subir os mais de 400 degraus até a igreja. O passeio custa R$ 44 por pessoa, mas  quem faz outro passeio na cidade ganha desconto: é só apresentar o ingresso do bondinho do centro, do Museu do Café, do Aquário Municipal ou do Museu Pelé para pagar meia entrada no Monte Serrat --o que significa que sai bem mais barato visitar mais de uma atração.

Aliás, o Museu do Café também é uma boa pedida não só para quem aprecia a bebida. Instalado no edifício histórico da antiga Bolsa Oficial de Café, oferece visitas guiadas a entrada é gratuita aos sábados; nos demais dias custa R$ 10. A cidade tem ainda um aquário municipal que faz sucesso com as crianças e um orquidário (R$ 8; se você comprar os dois juntos, paga R$ 12 pelos dois). 

Para os fãs de futebol, Santos é um prato cheio. O Museu Pelé expõe a Bola de Ouro dada ao rei pela Fifa em 2014 e uma réplica da Taça Jules Rimet - a original foi roubada em 1983. O ingresso custa R$10 - no domingo, todos pagam R$ 5. É possível ainda fazer uma visita guiada à Vila Belmiro, o estádio do Santos Futebol Clube, e conhecer o Memorial das Conquistas e o gramado. O passeio monitorado custa R$ 40, e a programação pode ser alterada de acordo com a agenda de jogos do clube. 

Guararema

 

A Maria-Fumaça de Guararema, no Vale do Paraíba, é a grande atração da cidade, que fica a 80 km da capital. A locomotiva a vapor fabricada em 1927, conhecida como “Velha Senhora”, percorre os 7 quilômetros entre a estação no centro da cidade e o distrito de Luís Carlos em cerca de meia hora. A vila foi completamente restaurada para passeios e conta com cafeterias, restaurantes e lojas de artesanato. 

O passeio é curto - o trem fica 1 hora em Luís Carlos, tempo suficiente para um café e muitas fotos das casas coloridas e da pequena praça. É aconselhável comprar o ingresso antecipado pela internet (R$ 70) para evitar surpresas com as passagens esgotadas. Outra opção, sem a Maria-Fumaça, é seguir até Luís Carlos de carro, almoçar no local e conhecer a vila com mais calma. Para chegar até lá, você percorre a Rota 66 - referência à americana, que corta os EUA; na versão local, a estrada é a SP-066, que liga as cidades de Guararema e Mogi das Cruzes.

A estação de trem de Guararema ainda é ativa no sistema ferroviário do país, mas há tempo suficiente entre a passagem de um trem e outro para tirar a foto clássica deitado sobre os trilhos e a na ponte sobre o Rio Paraíba do Sul - é comum ver casais fazendo ensaios fotográficos no local. 

Próximo dali estão o parque-calçadão Recanto do Américo, que é conhecido como Pau D’Alho, por causa de uma árvore com cheiro de alho, e o Parque da Ilha Grande, próximo ao Rio Paraíba do Sul, que rende uma caminhada agradável e a alegria das crianças com alguns animais, como gambás e capivaras. Nesta região há ainda o mirante no Morro do Gerbásio para ver a Guararema do alto e as montanhas da região.

O Parque da Pedra Montada fica a cerca de 8 quilômetros do centro de Guararema, e sua principal atração deixa os turistas curiosos: duas pedras grandes naturalmente sobrepostas e equilibradas. O local tem infraestrutura excelente, restaurante, acesso para cadeirantes e uma trilha - leve repelente. O parque está no caminho de um alambique centenário, o Alambique do Décio, onde é possível provar cachaças e licores artesanais.

Outra curiosidade: em Guararema fica a única igreja do Brasil dedicada a São Longuinho, o famoso santo das coisas perdidas. De estilo barroco, a igreja de Nossa Senhora da Escada, onde está a imagem do santo, fica no caminho para uma espécie de rota dos restaurantes, um polo gastronômico à beira do Rio Paraíba do Sul. 

Santo Antônio do Pinhal 

Localizada na Serra da Mantiqueira, Santo Antônio do Pinhal é uma alternativa para fugir da agitação (e dos altos preços) de Campos do Jordão e aproveitar o clima de montanha. Está localizada a 170 quilômetros de São Paulo e a cerca de 20 quilômetros da vizinha famosa. A principal atração de Santo Antônio do Pinhal é o Pico Agudo, com 1.700 metros de altitude. De lá, é possível ver algumas cidades do Vale do Paraíba e as montanhas da Serra da Mantiqueira. 

Muita gente prefere ver o pôr do sol do Pico Agudo. Os mais corajosos aproveitam o local para saltar de parapente - é possível contratar o passeio. O acesso ao pico é feito de carro. Entretanto, parte do trajeto é feito por estrada de terra, então evite visita em dias chuvosos.

A cidade tem outras trilhas e mirantes para ver o Vale do Paraíba e a região de serra. O Mirante do Cruzeiro tem uma trilha calçada de 1 quilômetro que começa perto da Igreja Matriz. Próximo à estação de trem Eugênio Lefévre, de onde saíam os trens para Campos do Jordão (a operação está temporariamente interrompida), é possível chegar ao mirante Nossa Senhora Auxiliadora.

A Cachoeira do Lageado é uma das mais visitadas em Santo Antônio do Pinhal. Fica em uma propriedade particular, com entrada a R$ 5 por pessoa para entrar. É possível fazer um piquenique para aproveitar o dia.

Para quem busca lugares tranquilos para descansar, o Jardim dos Pinhais Ecco Parque tem belas paisagens temáticas e grande variedade de plantas e flores. A entrada para adulto custa R$ 30, e o local tem restaurante, lago, redes e espreguiçadeiras para relaxar.

Atibaia 

Atibaia fica a cerca de 1 hora de São Paulo e é uma opção de bate-volta bem em conta. A grande atração da cidade, a 65 quilômetros da capital, é a Serra do Itapetinga. É lá que está a Pedra Grande de Atibaia, com 1.460 metros de altitude (é mais alta do que o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, para efeito de comparação). 

A vista surpreende quem faz uma das três trilhas de dificuldade média ou chega até o topo de carro - a estrada, de terra, pode exigir muito de carros mais simples por ser íngreme e esburacada, mas a subida não é impossível. Do topo, partem voos de asa-delta e parapente, organizados pelas muitas escolas de voo livre da região.

Quem chega de carro até o alto ainda tem a opção de fazer uma trilha curta e fácil até a Pedra Rachada, no ponto mais alto de todo o Monumento Estadual da Pedra Grande. E de lá do alto que é possível ter a vista da região em 360 graus - em dias abertos, é possível ver até a represa de Nazaré Paulista. Mas lembre-se de que não há qualquer infraestrutura no topo, ou seja, não há banheiros ou lanchonete. Leva água e lanches.

Na cidade, há também o Parque Edmundo Zanoni, com muita área verde para piqueniques e brinquedos para as crianças. No Lago do Major, perto dali, é possível embarcar no teleférico (R$ 10 por percurso) que leva à parte alta da cidade em seu trajeto de 550 metros. É possível comprar só a subida e descer de escadas. 

Sorocaba

Distante 100 quilômetros de São Paulo, a cidade pode surpreender quem busca um destino próximo para uma viagem rápida perto da capital com a mistura de cidade grande e clima de interior. É ótimo para quem viaja com crianças - ou mesmo quer fazer uma pausa durante uma viagem mais longa. 

Considerado uma referência na preservação da fauna, o Zoológico Municipal Quinzinho de Barros está em uma área de preservação da Mata Atlântica e o valor do ingresso é bem mais barato que outros zoológicos (R$ 8). Já no Jardim Botânico de Sorocaba a estrela é um palácio de cristal - menor em comparação ao famoso de Curitiba, mas bem parecido. A entrada é gratuita.

Perto de Sorocaba está a Floresta Nacional de Ipanema, a maior do Estado de SP. É nela que fica a Fazenda Ipanema. O local tem ruínas de dois séculos da Real Fábrica de Ferro, a siderúrgica fundada em 1810, após a chegada da família real portuguesa ao Brasil. Ali, é possível visitar os casarões antigos e o edifício conhecido como Casa das Armas Brancas, onde foram guardados os armamentos usados durante a Guerra do Paraguai (1864-1870) e algumas das ruínas do complexo.

Para quem gosta de fotografias em locais históricos, a fazenda é uma boa opção. Ensaios de casamentos e gestantes são comuns. Você pode ainda fazer como os Orleans e Bragança no tempo de Império: aproveitar para desfrutar de um piquenique.

É possível fazer trilhas na Mata Atlântica dentro da Floresta Nacional de Ipanema, mas deve-se contratar um guia do próprio centro de visitantes - é necessário assinar um termo de responsabilidade na entrada atestando que você não irá se aventurar sozinho. O valor é cobrado à parte do ingresso de R$ 9 e o ideal é que você negocie com um dos guias de ir - confira a lista aqui. Em média, os guias cobram R$ 70 por grupos de até dez pessoas. A trilha de nível médio leva até um monumento, de onde é possível ver Sorocaba do alto. É possível chegar de carro até o monumento. Neste caso, o guia cobra cerca de R$ 30 (o acesso ao local não é permitido sem monitoramento). 

São Roque 

Para aproveitar a famosa Rota dos Vinhos de São Roque, será preciso eleger um motorista da rodada: alguém que não beba durante os passeios, caso você decida conhecer de carro algumas das mais de 30 vinícolas instaladas nos 12 quilômetros do percurso. 

A cidade fica a cerca de 60 quilômetros da capital paulista - o acesso é feito sem pagar pedágio, pela rodovia Raposo Tavares. E esta é a melhor época para visitar São Roque: quando as parreiras estão carregadas de uvas e é feita a colheita - conhecida como vindima. Em algumas propriedades, é possível colher as uvas e acompanhar o processo de fabricação. O programa inclui ainda a famosa pisa da uva (é preciso reservar com antecedência por causa da alta demanda de turistas).

Para quem curte aventura, o Ski Mountain Park tem as pistas de esqui e snowboard. O passaporte para o dia (R$ 99,80 a partir dos 7 anos) inclui ainda o tobogã com 350 metros de extensão, o passeio de teleférico, arvorismo, escalada e passeios a cavalo. É possível comprar o ingresso para as atrações individualmente. Para quem viaja com crianças, a Fazenda Angolana tem clima rural, comida caseira, mini zoológico, pedalinho e diversas atrações para o público infantil. Para entrar, cada pessoa paga R$ 10, e as atrações são pagas à parte, custando entre R$ 5 (o passeio de pônei) e R$ 35 (combo com a tirolesa e o arvorismo).

O Mirante do Morro do Cruzeiro tem uma boa vista da cidade e o acesso é feito de carro ou a pé. No caminho, se você gosta de edifícios históricos ou locais com clima retrô, é possível visitar as instalações da parte externa da Estação Ferroviária de São Roque com as duas Marias-Fumaça estacionadas no local.

Fãs de ecoturismo e trilhas podem aproveitar a visita para fazer a trilha do Morro do Saboó, o ponto mais alto da região (1.000 metros). Com o céu limpo, do topo é possível ver as cidades de Itu e Sorocaba. Ele fica em uma propriedade privada, mas a entrada é gratuita - a única exigência do proprietário é que a trilha seja mantida limpa; por isso, leve o seu lixo embora com você. 

Bragança Paulista + Joanópolis 

Cidades vizinhas na Serra da Mantiqueira, Joanópolis e Bragança Paulista podem render juntas um bom passeio com direito a banho de cachoeira e até um almoço dentro de um estádio de futebol. 

Joanópolis, distante 120 quilômetros de São Paulo, é também conhecida como a Capital do Lobisomem e abriga a maior queda d’água do Estado de São Paulo, a Cachoeira dos Pretos, com 154 metros de altitude. O caminho até ela é asfaltado e há local pago para estacionar (R$ 10 por carro), além de infraestrutura com restaurantes e banheiros. Entretanto, a cachoeira não é indicada para banho. 

Na mesma região, fica a Cachoeira Escondida --o acesso é feito por uma estrada de terra, e a queda d’água fica dentro de uma propriedade particular que cobra uma taxa de entrada por pessoa em torno de R$ 5 por pessoa. Ali, a área de banho é segura para crianças, que se encantarão com as borboletas dos arredores, que roubam a cena do passeio.

Na volta para São Paulo, passe por Bragança Paulista (90 quilômetros da capital) e aproveite para comer a famosa linguiça artesanal no estádio do Bragantino, o Nabi Abi Chedid. Ali dentro funciona o Restaurante Rosário, com vista para o campo - no entanto, a casa não funciona em dias de jogos. Cheque a agenda de jogos do time, que agora disputa a Série A do Campeonato Brasileiro e passou a se chamar Red Bull Bragantino. 

Itu + Salto

O passeio por Itu vai além do gigantismo das atrações que tornaram a cidade famosa entre os turistas. Para não perder as fotografias clássicas com o orelhão ou o semáforo gigantes, visite a Praça da Matriz, no centro, e a Praça dos Exageros, que tem uma série de esculturas enormes. É nela que está o boneco de tamanho descomunal do humorista Simplício, que criou a fama de Itu.

Itu fica a 1 hora de São Paulo, distante cerca de 100 quilômetros da capital, e é cheia de história. Não deixe de conhecer a casa com o painel de azulejos e os jardins do Museu Republicano, já que Itu é considerada como o “Berço de República”. O Parque do Varvito também merece uma visita: o monumento geológico com rocha sedimentares tem mais de 280 milhões de anos. Ambos têm entrada gratuita.

A Fazenda do Chocolate é famosa na cidade e tem muitas atrações para crianças, como trilhas, passeios de pôneis e degustação de chocolates feitos na propriedade. A entrada é gratuita, mas as atrações, como o roteiro do chocolate (R$ 24,90), são cobradas à parte e variam entre R$ 8 (passeio de pônei) e R$ 55 (passeio a cavalo para adulto) . A Cidade da Criança, um parque de diversões municipal, tem entrada gratuita.

A cidade de Salto fica ao lado de Itu e é possível aproveitar as duas no mesmo dia. Em Salto, a dica é conhecer a região às margens do Rio Tietê sem a poluição da capital. O Memorial do Rio Tietê fica dentro do Complexo Turístico da Cachoeira, onde está a maior queda d’água do Tietê.

Em Salto, vale a pena visitar o Mirante da Ponte Estaiada, instalado a 48 metros de altura acima do rio Tietê. O acesso ao salão oval de vidro com vista panorâmica da região é feito por meio de um elevador panorâmico, e a entrada é gratuita.

Juquitiba       

Para quem gosta de esportes de aventura e ecoturismo, Juquitiba, a 77 quilômetros da capital, não decepciona. A cidade - cujo nome  significa “terra de muitas águas” em tupi - fica na Área de Proteção Ambiental da Serra do Mar (APA), uma das maiores reservas da Mata Atlântica. A região tem uma série de rios e nascentes e cachoeiras para serem visitadas.

O rafting no Rio Juquiá tem corredeiras mais tranquilas, o que facilita o programa para quem tem crianças a partir dos 6 anos e até mesmo para quem não sabe nadar.  Por pessoa, a descida no rio sai entre R$ 110 e R$ 120, e dura cerca de 2h30.

Na região são oferecidas ainda outras atividades, como o passeio de caiaque, arvorismo, a tirolesa e stand up paddle -- em algumas agências, é possível optar pelo day-use para aproveitar melhor todas as opções. Na operadora Rio Abaixo, que também realiza saídas de rafting, o day-use dá opção de curtir o caiaque, standup paddle, slackline e a mega rampa, um tobogã com a descida até um lago. Custa R$ 49,90 e não inclui rafting. Na Canoar, quem faz o passeio de rafting pode aproveitar a estrutura da propriedade, com quadras e restaurante para passar o dia.

Ainda que a viagem seja rápida, é bom levar uma pequena bagagem com troca de roupas e calçados, toalhas, protetor solar e repelente.          

Holambra

Holambra rende passeios o ano todo, e não somente durante a primavera. A cidade de colonização holandesa fica a 135 quilômetros da capital e realiza as visitas aos campos de flores em dias úteis, fins de semana e feriados - fora da temporada, os passeios ocorrem não só nos campos, mas principalmente nas estufas que mantêm a produção da cidade e abastecem todo o país.

Para conhecer as plantações de flores, é preciso contratar um guia credenciado entre os vários disponíveis na cidade - vale negociar e agendar com alguma das agências de turismo da cidade antes. É possível conhecer plantações de rosas, girassóis, crisântemos e gérberas. Para quem se anima com turismo rural, existe ainda a possibilidade de visitar uma plantação de pimenta, com direito à degustação no Sítio Joeljer.

Na cidade, é possível ainda subir no Moinho Povos Unidos, uma cópia fiel dos moinhos holandeses (R$ 10). Do deque, no quinto andar, ver mais de perto as pás que são movidas pelo vento - cada uma delas tem 12 metros. Não deixe de passear ainda pelo Boulervard Holandês, famoso pelas fachadas tradicionais coloridas com opções de lojas e restaurantes.

Mesmo com o recinto de exposições da Expoflora fechado - a festa ocorre em agosto -, é possível conhecer a área com decoração tradicional holandesa. O período sem eventos é até melhor para fazer fotografias no local, já que não há turistas disputando as fachadas instagramáveis. 

Guarujá

Outra opção de bate-volta na Baixada Santista está a cerca de 100 quilômetros de São Paulo. Além de praias mais disputadas, há também trilhas para praias mais preservadas, como a da Prainha Branca ou a Trilha das Ruínas, passando pelo que sobrou de uma das igrejas que teriam sido usadas pelo Padre Anchieta.

Para ver um pouco do fundo do mar, o passeio no aquário Acqua Mundo agrada adultos e crianças. Dá até para mergulhar com os animais com cilindro: não é necessária experiência prévia, e a atração é disponível a partir dos 8 anos (inclui acompanhamento de instrutor e os equipamentos). O ideal é que, para mergulhar, o passeio seja agendado com certa antecedência. Mergulhadores credenciados pagam R$ 300, e turistas sem curso pagam R$ 350.

Aproveite também para visitar os mirantes do Guarujá - planeje-se para passar pelos locais ainda durante o dia, por segurança. Para chegar ao Mirante do Morro do Maluf, com vista para a praia da Enseada, é possível chegar de carro ou a pé; no Mirante da Caixa d'Água, a vista é para a Praia do Tombo.

 

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