Discrição como diretriz para conquistar

O noticiário registra, o boato corre, mas, se depender de alguns hotéis, ninguém nega nem confirma que um hóspede famoso esteve por ali. Os livros de ouro são segredos restritos ao staff. Em São Paulo, esta é a postura adotada por Renaissance e Unique, entre outros. "O hóspede tem que se sentir seguro, essa é nossa opção estratégica. Tanto que muitos astros acabam voltando, pois sabem que as informações não vão vazar", diz Renata Kowarick, relações públicas do Hotel Unique.

O Estado de S.Paulo

01 Julho 2014 | 02h07

No Fasano, a diretriz é parecida: "Não fazemos diferença entre hóspedes. Luxo é tratá-los da mesma forma", diz Karina Kattan, diretora adjunta de marketing e comunicação em São Paulo. O Fasano fez uma releitura do livro de ouro e transformou em miniquadros os bilhetes de hóspedes - estão expostos em uma parede na unidade do Rio.

Querido da top Gisele Bündchen, o Emiliano não tem livro de ouro. "O hóspede tem a opção de deixar uma carta, que fica em um mural", diz a relações públicas Paula Simonsen. Em comemoração aos seus 10 anos, foi editado um livro - mas As Crônicas Inacreditáveis do Emiliano não trazem os nomes dos hóspedes que as protagonizaram. / A.G.V.

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