Steve Crisp/Reuters
Steve Crisp/Reuters

Do alto, tudo ganha novas dimensões

Circulando pelas principais avenidas de Dubai, muitas vezes, a sensação é de que se poderia estar em qualquer outra cidade moderna. Porém, subir ao Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo com 828 metros do chão ao topo, e observá-la de cima muda bastante essa primeira impressão.

O Estado de S.Paulo

05 Fevereiro 2013 | 02h09

Ali, no observatório do andar de número 124 (de um total de 163) é possível ver como os prédios de arquitetura futurista estão encravados em uma área urbana ainda bastante horizontalizada. E também que os tons beges predominam no horizonte, seja pelas casas pintadas sempre com variações dessa cor, seja pela própria areia que insiste em aparecer em terrenos não ocupados. E que nos faz lembrar que estamos, sim, no deserto.

Lá de cima, também é possível ver as ilhas artificiais construídas no litoral da cidade. Uma em formato de palmeira; outra, composta por ilhotas que, juntas, formam o desenho do mapa-múndi. Obras impressionantes que estão ali também para reafirmar o poder econômico de uma cidade que coleciona títulos de maior do mundo.

Pensando bem, Dubai até mereceria mais um título: o de ter o observatório que melhor permite a compreensão espacial da cidade. O ingresso para subir ao mirante custa 125 dirhams (R$ 68). Site: burjkhalifa.ae.

Para prolongar a sensação de estar nas alturas, dois níveis abaixo do observatório está o restaurante panorâmico At.mosphere. O chá da tarde com petiscos custa 290 dirhams (R$ 156). Reserve: atmosphereburjkhalifa.com.

Puro luxo. O Hotel Armani é das coisas mais luxuosas que se pode encontrar em Dubai. Seus 160 quartos, oito restaurantes e spa ocupam do térreo ao oitavo andar do Burj Khalifa, mais os níveis 38 e 39. Neste último estão os 390 metros quadrados da suíte Dubai, que tem até academia privativa. E há ainda, claro, loja Armani. Diária desde 2.500 dirhams (R$ 1.350); dubai.armanihotels.com.

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