Tiago Queiroz
Praia de Canoa Quebrada, no Ceará: passagens para Fortaleza estão entre as mais procuradas para as férias de verão Tiago Queiroz

Dólar alto e praias com óleo: como será a alta temporada para o turismo?

Com a diminuição crescente dos sinais de petróleo cru no Nordeste, mercado está otimista, mas quem pretende viajar para o exterior deve ficar de olho nos gastos

Adriana Moreira, O Estado de S.Paulo

10 de dezembro de 2019 | 07h00

Não foi um ano fácil para o turismo nacional. Neste 2019, a Avianca entrou em recuperação judicial; as praias do Nordeste, cartões-postais do Brasil, foram invadidas por petróleo cru; e, por fim, a disparada do dólar (e, por consequência, do euro) comprometeu os planos de quem planejava uma ida ao exterior. Com essa junção de fatores, o que o turista pode esperar para 2020 – especialmente durante a alta temporada? 

De modo geral, o setor está otimista. A incidência das manchas de óleo está diminuindo e a Black Friday ajudou a movimentar os próximos meses com ofertas possíveis de serem aproveitadas na alta temporada. E quanto ao dólar? Bem, o dólar, por enquanto, continua acima dos R$ 4 mesmo – e quem tem viagem marcada ou não quer abrir mão de viajar ao exterior tem de mudar hábitos ou escolher outro destino para economizar. 

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Segundo Roberto Nedelciu, presidente Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), em 2018 o Nordeste representou 50% das vendas (cerca de 2,8 milhões de pessoas) das viagens nacionais. Este ano, com as notícias sobre o óleo nas praias, a procura pelo Nordeste caiu, mas aumentou para outros destinos nacionais, como Amazônia, Chapadas dos Veadeiros, Guimarães e das Mesas e Foz do Iguaçu. De acordo com dados do buscador de passagens aéreas Kayak, Belém (PA) foi o destino que apresentou o maior aumento de procura para o verão, com 103% de variação. Manaus é o terceiro da lista (+55%), atrás de São Paulo (+62%). 

Demanda reprimida

No entanto, Nedelciu explica que, com a diminuição das manchas, há um movimento de retomada, com a volta do interesse do consumidor e, ao mesmo tempo, bons preços para viajar. “Há promoções muito boas para o Nordeste. É uma boa oportunidade para procurar o destino.”

A operadora CVC, por exemplo, estendeu a promoção da Black Friday para até o fim do mês, com ofertas para viajar já em janeiro e fevereiro, como forma de alavancar as vendas para o Nordeste. Segundo Viviane Pio, gerente executiva de suporte às vendas da operadora CVC, as pessoas demoraram mais para escolher o destino de férias por causa das notícias das manchas de óleo. “Tinha um pouco de demanda reprimida por causa das notícias”, diz.

Ela explica que a Black Friday estimulou as vendas tanto entre quem não tinha planos e quis aproveitar os preços quanto entre quem estava esperando uma boa oportunidade para as férias. “Tivemos um volume de compra muito grande. Os cinco principais destinos vendidos no mês de novembro foram para o Nordeste”, conta. Ainda sem números finais consolidados, Viviane afirma que o cenário é de otimismo. “As lojas estão cheias e as vendas deste ano já devem ter se igualado ao volume do ano passado.”

LEIA TAMBÉM: Viajar de ônibus pelo Brasil: vale a pena substituir o avião?

Sérgio Souza, presidente da Resorts Brasil (Associação Brasileira de Resorts) também acredita que havia uma demanda reprimida para as viagens ao Nordeste. “Houve uma paralisação na decisão de compra naquele momento (do surgimento das manchas) porque ainda estava um pouco longe do período da alta temporada”, explica. Dos 55 resorts associados, 29 ficam no Nordeste. “Ficamos muito preocupados que afetaria a alta temporada, mas foi um susto que passou”, diz. 

Mais procurados

Dados do buscador de passagens aéreas Voopter apontam que, mesmo no auge das notícias sobre as manchas, destinos como Fortaleza, Recife e Salvador se mantiveram entre os cinco mais procurados entre os nacionais para compra de passagens no período do verão. No último levantamento, feito entre 3 de outubro e 2 de dezembro, as cidades seguem, respectivamente, em 3º, 4º e 5º lugar na lista dos mais buscados, que ainda tem Maceió (8º) e Natal (9º) no ranking.

Esse cenário contribui para um clima de otimismo. “As manchas foram embora e a alta do dólar estimula que o turista brasileiro fique no Brasil. Ao mesmo tempo, nosso produto fica mais atraente para o turista internacional”, diz Sérgio Souza, da Resorts Brasil.

O publicitário Marcelo Oliveira foi um dos brasileiros que acabaram optando por viajar dentro do País. Ele tinha planos de comemorar oito anos de casamento com o marido no México, mas acabou trocando por uma viagem mais econômica para a Serra Gaúcha. “Nos hospedamos em Airbnb e fizemos um day spa em um hotel bacana”, conta.

Para quem já tinha viagem reservada, como a família de Evelyn Trotta, o jeito foi cortar as despesas. “Antes chegávamos aqui e comprávamos como loucos. Agora estamos só passeando mesmo”, explica ela, que está em Orlando com o marido e os dois filhos. Para economizar durante a visita aos parques da Flórida, eles criaram soluções como levar lanche de casa. “O preço da comida está um absurdo. Sentimos aquele cheiro de pipoca, os filhos pediram, mas custava US$ 12. Achei muito caro.”

A seguir, damos dicas para quem, como Evelyn, tem viagem marcada e quer economizar. E se você ainda quer viajar, mas precisa de um lugar mais em conta, selecionamos opções para substituir – com os prós e contras que envolvem a decisão.

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Seis dicas para economizar em dólar na viagem ao exterior

Comida e transporte são despesas que, somadas, representam um alto custo ao viajar para fora do Brasil. Mas há como barateá-las - confira

Adriana Moreira, O Estado de S.Paulo

08 de dezembro de 2019 | 07h00

Em tempos de dólar alto (e euro, libras, ienes...), qualquer economia em moeda estrangeira faz uma diferença enorme ao fim da viagem. A máxima "quem converte não se diverte" pode aliviar a consciência na hora, mas não alivia a fatura do cartão de crédito quando ela chega. A verdade é que passamos horas na internet pesquisando a passagem mais barata, o hotel mais vantajoso e, na hora da viagem, ficamos distraídos com despesas supostamente "menores", como transporte e alimentação. Um grande erro.

Para não cair nessas pegadinhas de viagem, separamos seis dicas para você aplicar na sua viagem no exterior que ajudam a economizar sempre - e não apenas em tempos de real desvalorizado. Confira a seguir:

Em vez de restaurante, supermercado

Longe de mim falar para abrir mão das delícias locais para ficar cozinhando por aí. Mas dá para fazer escolhas: pesquise os restaurantes que você realmente quer conhecer e vá nesses sem dor na consciência. Só não precisa comer assim todos os dias. Compre no supermercado local os itens para o seu desjejum, no caso de apartamento alugado ou de seu hotel não incluir o café da manhã. 

 Muitos mercados também vendem comida pronta, com talheres e até áreas com mesinhas e micro-ondas. É uma maneira de fazer uma refeição rápida, barata e com ares caseiros. Investir na comida de rua ou em mercados públicos é outra boa ideia: você experimenta a culinária local e paga menos do que em um restaurante tradicional.

Em vez de cartão de crédito, dinheiro vivo

A praticidade do cartão de crédito tem seu preço. Além do acréscimo do IOF de 6,38% para despesas no exterior, você fica sujeito às oscilações do dólar durante a viagem – a conversão é feita no fechamento da fatura. Claro que levar um bolo de dinheiro é sempre um risco, mas você pode dividir seus gastos durante a viagem: parte em dinheiro, parte em cartão. Compre a moeda aos poucos para não sofrer com as oscilações. 

Para travar a cotação do dólar, algumas empresas de câmbio têm ampliado as opções de compra de moeda, com opção de pagamento em até 12 vezes no cartão de crédito – como a operação é feita no Brasil, não incide a cobrança do IOF. Na Cotação, por exemplo, o cliente pode deixar avisado o valor que quer comprar de moeda estrangeira e até quando – os atendentes ligarão semana a semana para que a compra seja feita a uma cotação média semanal, como proteção contra as oscilações no dia a dia.

No caso do cartão pré-pago, o IOF para despesas é o mesmo: 6,38%. A vantagem é que, ao carregá-lo, você trava a cotação e não fica sujeito às oscilações da moeda. Sacar dinheiro lá fora é só para emergências. Sempre há taxas extras, que variam conforme o banco e o caixa eletrônico – mesmo com o cartão de débito de seu banco, ainda será cobrado IOF. 

Em vez de apartamento no Airbnb, quarto no Airbnb

Para quem viaja sozinho, alugar um apartamento inteiro no Airbnb pode ser uma despesa muito alta. Se você ainda quer se sentir um morador na cidade visitada e ter uma cozinha à disposição sem pagar tanto, alugar o quarto na casa de alguém é uma solução. A vantagem é ter contato direto com uma pessoa que conhece a rotina local e pode dar boas dicas. Fica bem mais barato e, de quebra, você pode ganhar um amigo. 

Fique atento, contudo,  às regras de cada casa:  algumas impõem horários para uso das áreas comuns. Cheque também  a reputação de seu anfitrião e as avaliações de quem  se hospedou antes de  você para não ter surpresas indesejadas. 

Em vez de transfer/táxi, transporte público

Antes de viajar, pesquise como é o transporte público no destino para onde você vai. Sair do aeroporto é sempre uma questão: você chega cansado e pronto para tomar decisões ruins e caras. 

Em Nova York, por exemplo, os serviços de van oficiais (como o SuperShuttle) têm um ótimo custo-benefício e te deixam na porta do hotel – custa, em média, US$ 20 por pessoa. Por outro lado, os táxis têm tarifa fixa de US$ 52 para Manhattan (mas há um adicional de pedágio e gorjeta, o que deixa a viagem custando de US$ 65 a US$ 70, em média) – compensa para quem vai em família. Metrô, nesse caso, não vale a pena: carregar bagagem e fazer baldeações não são coisas que combinam. Na dinâmica do dia a dia, invista em passes de transporte, que oferecem descontos para quem faz mais viagens e valem por um período maior.

Para os fãs de Uber, dá para economizar muito no exterior trocando viajar sozinho pelo Uber Pool, especialmente na saída de alguns aeroportos. Vale lembrar que, como o carro faz paradas no caminho, é importante sair com antecedência, caso tenha compromisso com hora marcada. Atenção: lembre-se que cada corrida vai cair no seu cartão com IOF de 6,38%.

Outra opção são as bicicletas e patinetes compartilhados, que existem em várias cidades e podem custar menos que o transporte público tradicional, com a vantagem extra de ser um passeio por si só. Fique atento, contudo, à segurança e as regras locais.

Em vez de alugar carro, apps de carona

Alugar carro é uma faca de dois gumes. A liberdade de dirigir para onde e quando quiser tem custos financeiros altos e uma tensão constante: entender placas, regras e encontrar lugar para estacionar. Aplicativos como o BlaBlaCar (bastante popular na Europa) informatizaram a carona. Você se cadastra, coloca onde está e para onde pretende ir e vê quem vai fazer o mesmo trajeto. Assim, vocês dividem a despesa. O Waze Carpool funciona com o mesmo princípio, mas é mais usado para locomoção dentro das cidades.

Em vez de viajar de avião, vá de ônibus ou trem

Comprar passagem múltiplos destinos para visitar mais de uma cidade costuma ser bastante vantajoso não apenas pelo preço, mas também por manter a franquia de bagagem internacional em todos os trechos (voos internos têm franquias diferentes). Mas há casos  em que viajar de trem, parando no caminho, pode valer mais a pena. Países como Suíça e Japão têm passes bem vantajosos que podem ser usados entre cidades e englobam transporte urbano A Rail Europe também oferece passes de trem que passam por múltiplos países, o que ajuda bastante na logística da viagem.

Não descarte os ônibus. Entre Portugal e Espanha, por exemplo, as empresas são eficientes e os custos, baixos. Vale a pena especialmente se você quer conhecer diversas cidades do caminho. Nos Estados Unidos, as opções vão variar de acordo com a rota desejada. Pesquise com atenção a dinâmica dos ônibus - em algumas cidades, não há rodoviárias e os horários de partida podem não ser 100% confiáveis.

DICAS DOS VIAJANTES

Viajantes profissionais dão suas dicas de ouro para economizar quando viajam ao exterior:

"Deixe alertas de buscadores de passagens ligados para os destinos que te interessam. Eles avisam quando o preço da passagem baixar. O mesmo vale para hotéis”

Mari Campos, do blog do 'Viagem' Sala Vip

"Transporte pode representar um gasto  muito alto na viagem.  Planeje seu roteiro de  maneira que você se hospede próximo aos lugares  que planeja visitar”

Lucas Estevam, do canal do YouTube Estevam pelo Mundo

"Alugar um imóvel nem  sempre é mais vantajoso  se você viaja com poucas pessoas, mas o fato de  poder cozinhar já é uma  economia que deve ser  levada em conta”

 Tarcila Ferro, da revista  'Viajar pelo Mundo'

"Quando for planejar os passeios, confira se o lugar não tem entrada gratuita. Alguns museus não cobram ingressos em certos dias ou horários. Assim você não abre mão do passeio” 

 

Anelise Zanoni, do  Instagram @travelterapia 

 

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Vale manter a viagem ao exterior? Veja seis opções de destinos

Você pode viajar para outro lugar mais barato (dentro ou fora do Brasil) ou manter a viagem programada e controlar os gastos. Confira sugestões - e os prós e contras de cada decisão

Adriana Moreira, O Estado de S.Paulo

10 de dezembro de 2019 | 06h50

Não há sinais de que o dólar vá cair abaixo dos R$ 4 tão cedo. E aí vem aquela dúvida: manter ou não manter aquela viagem ao exterior e arcar com todos os gastos que tal decisão implica? 

A decisão, logicamente, fica por sua conta. Muitas vezes, dá para manter a viagem ao exterior, mas substituir por um destino com custo-benefício mais amigável. Em outras, os hábitos de viagem podem fazer uma grande diferença no bolso - e com pequenas economias e ajustes você consegue manter sua viagem.

Selecionamos a seguir seis destinos que podem ser substituídos por opções mais econômicas - com os prós e contras que tal decisão pode implicar. 

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Vai dar praia? Veja como estão as manchas de óleo nos Estados do Nordeste

Ao todo, 325 localidades são consideradas limpas - e esse número vem aumentando. Ãs praias nas quais os vestígios de petróleo cru mais caíram ficam entre o Maranhão e o norte de Pernambuco

Adriana Moreira, O Estado de S.Paulo

10 de dezembro de 2019 | 06h50

As praias nas quais os vestígios de petróleo cru mais caíram se concentram entre Maranhão e o norte de Pernambuco. O balanço divulgado pelo Ibama no dia 5 de dezembro aponta que ao menos 127 municípios de todos os nove Estados do Nordeste, além de Espírito Santo e Rio de Janeiro, foram atingidos pelas manchas de óleo desde setembro. Elas se espalharam por 899 praias, ilhas, rios e mangues nesse período.

Ainda assim, 325 localidades (o Ibama chama de localidades áreas de 1 km ao longo da costa) já são consideradas limpas – e esse número vem aumentando. Vinte e seis apresentam manchas e outras 548 têm menos de 10% de contaminação. Clique aqui para checar as condições da praia para onde você vai próximo à data de sua viagem.

É seguro comer peixe?

A Secretaria de Defesa Agropecuária divulgou um estudo em 29 de novembro no qual foram encontrados “níveis de preocupação à saúde” em duas amostras de pescados (albacora branca e budião) de um total de 68 analisadas. Por isso, o órgão afirma que vai aumentar a amostra de análise das duas espécies.

Ainda assim, a nota oficial afirma que não há risco para o consumo de peixes e frutos do mar. Segundo o órgão, o risco só estaria presente se houvesse o consumo contínuo do mesmo produto com esses níveis durante vários anos. Pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA), contudo, contestam esses estudos sob a justificativa de que não há dados suficientes para confirmar ou refutar a liberação para o consumo desses animais.  

Maranhão, Piauí e Ceará

No Maranhão, 21 localidades ainda têm vestígios esparsos (menos de 10%) e outros 15 já não apresentam manchas. As duas localidades em que foram encontradas manchas ficam em Tutoia, próximo à Ilha do Caju. No Piauí, apenas a Praia do Pontal e o Delta Sul do Parnaíba têm manchas. A famosa Atalaia apresenta mais pontos verdes (sem manchas) do que cinza (com vestígios esparsos). Já no litoral cearense há apenas 9 pontos com vestígios esparsos. Na praia de Cumbuco há apenas um ponto com vestígios; não foram encontrados sinais na região de Jericoacoara. 

Rio Grande do Norte,  Paraíba e Pernambuco

No Rio Grande do Norte, 61 lugares são considerados limpos – entre eles, a Praia de Touros, em São Miguel do Gostoso, e Genipabu. Em Pipa e Ponta Negra foram encontrados apenas vestígios – elas estão entre as 14 localidades que se encaixam nesse caso. Na Paraíba, há vestígios entre Tambaú e Cabo Branco e próximo à Tambaba, em apenas 4 localidades no Estado. Dezesseis são consideradas limpas. Em Pernambuco, há apenas uma área com manchas – a maior concentração de vestígios está no litoral sul, na região de Tamandaré. Foram 21 localidades com vestígios esparsos, incluindo áreas em Porto de Galinhas, Muro Alto e Carneiros. 

Alagoas, Sergipe e Bahia 

Alagoas ainda tem 4 áreas com manchas (na Praia do Gunga, na Foz do Rio Manguba, em Pariupueira e no Pontal de Coruripe) e 84 com vestígios; 27 são consideradas limpas – entre elas, Maragogi. No litoral sergipano, foram encontradas 5 áreas com manchas (uma delas, na região de Mangue Seco) e 73 com vestígios; 17 são consideradas limpas. Maior Estado do Nordeste, a Bahia tem 12 localidades com manchas e 237 com vestígios, mas 91 foram consideradas limpas. 

Espírito Santo e Rio

Não há áreas com manchas no litoral capixaba, mas 73 localidades com vestígios e 31 consideradas limpas. No Rio, há apenas 4 pontos, no norte do Estado, entre a Praia dos Sonhos e Grussaí: dois estão limpos e dois, com vestígios.

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