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Febre amarela: o que muda para viajantes

Casos recentes de contaminação e nova campanha de vacina fracionada geram dúvidas e mudanças a quem vai viajar

Bruna Toni, O Estado de S. Paulo

16 Janeiro 2018 | 04h40

Desde que a febre amarela ganhou os noticiários, no ano passado, as dúvidas sobre a doença aumentaram. Os recentes casos de morte em decorrência da doença – até ontem, eram 21 confirmados no Estado de São Paulo – levaram o Ministério da Saúde a adotar a campanha de vacinação fracionada nas regiões de maior risco em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Com isso, as orientações para quem vai viajar para lugares onde é obrigatório ter o certificado internacional de vacinação (CIVP) contra a febre amarela também mudaram.

Como afirmou o infectologista Jessé Alves, do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, para a reportagem do Estado “a febre amarela, na situação atual, já está em uma região que é periurbana”. “Viajar não é só pegar um avião e um ônibus, mas entrar em um ambiente que é diferente do seu habitual. Ao ir para matas e zonas de reservas florestais, é preciso estar vacinado”, explica ele. Abaixo, informações básicas (e atualizadas) sobre viagens e febre amarela.

 

 

 

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