Maurício de Souza|Estadão
Maurício de Souza|Estadão

Finados - 2 de novembro

Visite Santos ou Boituva

Mônica Nóbrega e Adriana Moreira, O Estado de S. Paulo

05 Janeiro 2016 | 05h00

SANTOS

De carro mal dá hora e meia de viagem de porta a porta; de ônibus, com saídas a cada 15 minutos, leva uma hora de rodoviária a rodoviária desde a do Jabaquara, em São Paulo. Isso se você não pegar o Sistema Anchieta-Imigrantes congestionado – e, para não pegar, fique atento um dia antes aos informes da administradora Ecovias no Ecovias.com.br e no Twitter.com/_ecovias. Santos está tão pertinho que dá para fazer bate-volta com toda a tranquilidade.

Para curtir ao máximo a cidade em um feriado que cai numa quarta-feira, vale chegar no começo da noite de terça ou deixar para voltar para casa na quinta bem cedo. O motivo é curtir a noite. O novo Amsterdam busca inspiração em 13 países europeus para criar suas porções, e a Fritz Cervejaria tem comidinhas alemãs e cervejas de fabricação própria. A happy hour é animada no pé-sujo Bar do Toninho. Para música ao vivo, o Bar do Torto é um querido dos santistas.

A história está no centro. Da Praça Mauá partem os bondes (R$ 6,50), principal meio de transporte na cidade até a metade do século 20. Hoje, fazem um city tour recheado de pontos históricos, como a Bolsa de Café, o Complexo do Carmo e o Valongo. O Museu Pelé, atração mais nova de Santos, fica em um dos casarões do século 19 do Valongo. Custa R$ 18: museupele.org.br. Ainda no tema futebol, o Santos tem seu Memorial das Conquistas, na Vila Belmiro; R$ 13.

Certamente você já ouviu falar que Santos tem o maior jardim de orla do mundo, reconhecido pelo Guinness Book. Aproveite para pedalar ou caminhar, com chuveiros para se refrescar em toda a extensão. À praia faltam águas mais transparentes, mas a faixa de areia contínua é gostosíssima. No Gonzaga se concentram os eventos e esportes de areia e na divisa com São Vicente, os surfistas. Para curtir o pôr do sol, siga até a Ponta da Praia. /MÔNICA NOBREGA

BOITUVA

Para aproveitar a folga no meio da semana com adrenalina, Boituva, a 110 quilômetros de São Paulo, é destino certo. Seja para um voo de balão ou um salto de paraquedas, são várias as empresas especializadas que operam na região. 

Os estreantes no paraquedismo encaram um salto duplo, junto com o instrutor. O avião sobe a 3.700 metros de altitude (12 mil pés) e, depois de 15 minutos de voo, é hora de cair no vazio. São 45 segundos de queda livre – e uma emoção indescritível. Com fotos, a experiência custa desde R$ 390 na Queda Livre Paraquedismo; R$ 320 na Paraquedismo Boituva; R$ 410 na Sky Company e R$ 460 na Brasil Paraquedismo

Para ir em família, o voo de balão dura uma hora – e termina em um brinde com champanhe. Custa R$ 348 na promoção na Balonismo Boituva e R$ 330 na Escola Brasileira de Balonismo. /ADRIANA MOREIRA.

 

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