Cleiton Thiele/Serra Press/Divulgação
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Finados - 2/11 - 4 dias

Gramado e Ilha do Cardoso

O Estado de S.Paulo

03 Janeiro 2017 | 04h30

GRAMADO

Principais atrações

Na serra, com casas em estilo enxaimel, hortênsias, araucárias e pinheiros, Gramado tem mesmo paisagens que parecem filme ou pintura. Do pórtico da cidade ao Lago Joaquina Rita Bier e ao belíssimo Lago Negro, tudo vale selfie. Somam-se a isso opções gastronômicas (do farto café colonial servido a cada esquina aos ótimos restaurantes alemães, italianos e portugueses), compras (entre lojas de cristais, de malhas e chocolaterias), os vinhedos dos arredores e o intenso calendário de eventos e, pronto: está justificada a preferência dos brasileiros pelo turismo em Gramado. 

O Belvedere do Vale do Quilombo (grátis), a 850 metros de altitude, merece destaque. Os vitrais da igreja São Pedro, a igreja do Relógio e o Palácio dos Festivais também valem visita, assim como o Snowland, o primeiro parque de neve indoor das Américas, e o parque temático Mundo de Chocolate, todo dedicado à iguaria. A Rua Coberta é opção para compras e gastronomia. Para os pequeninos, são a Aldeia do Papai Noel (R$ 20, no parque Knorr) e o Mini Mundo (R$18), com réplicas de castelos, ferrovias e teleféricos, os lugarzinhos mais encantadores. 

Novembro em Gramado tem ainda uma vantagem: o Natal Luz, que vai até janeiro, já terá começado.

Não perca

A vizinha Canela. A impressionante Cascata do Caracol é apontada entre as maiores belezas naturais do sul do Brasil. Se tiver tempo, visite também o Vale dos Vinhedos, nos arredores, perfeito para acompanhar de perto a produção dos espumantes e vinhos locais e degustar a produção das vinícolas da região. Em janeiro é possível também acompanhar a colheita. 

Evite

Viajar à cidade durante o Natal Luz sem fazer reserva de ingressos para os espetáculos, atrações turísticas mais concorridas (como o Mini Mundo) e para restaurantes. A cidade fica lotada e filas são comuns. 

Dica de economia

Hospedar-se em Canela, logo ao lado, costuma ser mais barato. 

Site: gramado.rs.gov.br/turismo. / MARI CAMPOS, ESPECIAL PARA O ESTADO

 

ILHA DO CARDOSO

Principais atrações 

Marujá é a porta de entrada para a isolada ilha no litoral sul paulista. A comunidade tem cerca de 200 habitantes, 15 pousadas, uma dezena de bares e restaurantes e recebe 70% dos turistas (apenas 1.200 por vez). Para chegar, pegue a balsa da Dersa (2h30, R$ 55,90 cada trecho) ou voadoras de moradores (R$ 60 a R$ 70 por pessoa).

Também é no Marujá que os turistas negociam com barqueiros locais para fazer passeios pela ilha. Os píeres onde atracam os barcos ficam em um canal de água salobra onde é possível se banhar. Do lado oposto da comunidade está a praia, com 18 quilômetros de areia branca e mar agitado, que traz grande quantidade de dejetos de navios. Os objetos acabaram dando origem a um curioso museu na comunidade. 

Imperdíveis na ilha: a deserta Praia da Laje (40 minutos de trilha ou 5 de barco, R$ 15 a R$ 20); as praias Foles e Fole Pequeno (15 minutos de barco; R$ 40 a R$ 70); e a Cachoeira Grande (10 minutos de barco, R$ 30, e mais 20 de caminhada). 

Não perca

Ararapira, vila a dez minutos e R$ 20 de barco do Marujá que foi abandonada por seus moradores. Hoje, só uma pessoa vive lá: o “zelador” Josias. Pontal do Leste, para ver guarás e jacarés, e Enseada da Baleia, lar de uma pequena comunidade que vive do artesanato, merecem visitas. 

Evite

Se desesperar pelo sinal de celular, inexistente. Luz elétrica, só com gerador. Não vá fora de feriados se você faz questão de agito.

Dicas de economia

Há 70 campings no Marujá. Para itens básicos, abasteça-se antes nos supermercados de Cananeia. 

Central Telefônica do Marujá: (13) 3852-1161. / DANIEL LISBOA, ESPECIAL PARA O ESTADO

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