Golfinhos e horas de puro descanso

Da água para uma rede entre as árvores e, dali, novamente para a água. A 20 minutos de viagem em um catamarã, a partir da estação de ferries de Paradise Island, está Blue Lagoon Island. Com águas quentes e muito transparentes, a ilhota é o lugar perfeito para horas de diversão entre atividades aquáticas e merecidos espaços para descansar.

NASSAU, O Estado de S.Paulo

01 Novembro 2011 | 03h07

Golfinhos e leões marinhos são as estrelas do lugar. De sessões de beijos e abraços (desde US$ 98) a nados mais empolgantes, com dois golfinhos que erguem o turista pelos pés usando seu bico arredondado (US$ 185), há várias opções. Antes de tudo, os visitantes são obrigados a assistir a uma palestra sobre a anatomia dos animais - é importante saber onde tocar sem machucar os bichos.

A partir daí, basta escolher a brincadeira e ficar de ouvidos abertos para o apito do instrutor, que dá os comandos para as acrobacias e gracinhas dos animais. Crianças a partir de 6 anos podem participar, desde que estejam acompanhadas dos pais. Você também pode escolher fazer as brincadeiras na companhia de uma foca.

A Blue Lagoon (bahamasbluelagoon.com) é uma espécie de parque aquático. Entre suas atrações, o grande playground com escorregadores, pedalinhos e caiaques garante horas de animação para a família.

Verdadeiro aquário natural, a ilhota é perfeita para o snorkeling. De tão transparente, a água permite que você enxergue seu pé mesmo que esteja submerso até a altura do peito.

Itens como protetor solar e as inevitáveis lembrancinhas estão à venda na loja do parque, a preços bem justos. Não tão justo assim é o cardápio local: composto exclusivamente por hambúrguer, hot-dog, batata frita e afins, foi pensado para agradar ao público dos Estados Unidos, maioria por lá. Se fast-food não for sua praia, leve uma fruta para quebrar o galho.

Já no quesito bebidas, a variedade é mais interessante. Uma cerveja bem gelada é ótima pedida após uma caminhada pela costa. O bar que fica na área central da ilha oferece sucos e as cervejas bahamenses Sands e Kalik, em um balde de gelo que, dependendo do calor, pode parecer uma miragem.

Quando bater aquela vontade de um pouco de sossego (afinal, não é esta a intenção?), corra para o redário montado sob coqueiros. Escolha a sua e tire uma soneca de frente para o mar. Só não vá perder a hora: o último catamarã para voltar a Nassau sai às 16 horas.

Nativos ou não. Cerca de 50 espécies de animais povoam o ótimo Ardastra, misto de zoológico, jardim e centro de conservação, em Nassau, na metade do caminho entre Cable Beach e a Paradise Island.

Há desde hutias, similares ao porco da Guiné, papagaios das Bahamas e serpentes, espécies nativas da ilha, até macacos, jaguares, jaguatiricas, lêmures de Madagáscar e outros animais trazidos de várias partes do mundo.

As estrelas do espaço, no entanto, são os flamingos da Índia, treinados para obedecer comandos de voz de seus treinadores, que se apresentam em shows diários. As crianças adoram.

Ingressos custam US$ 12. Mais informações: ardastra.com. / JONNE RORIZ

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