Hotéis no Rio: como encarar os preços altos

Minha excursão passa por Liechtenstein. É um lugar bom para compras? O que é melhor comprar? (Américo, São Paulo)

Ricardo Freire, O Estado de S.Paulo

15 Maio 2012 | 03h11

Liechtenstein é um país pequeno e cioso de suas tradições. Não é pelas compras que se passa por lá: você vai encontrar basicamente selos, vinhos, queijos e artigos de cerâmica. A moeda é o franco suíço, que está bastante valorizada e não deixa os preços atraentes. As lojas normalmente fecham para almoço.

Vou visitar minha filha em Belfast e depois gostaria de ir à Inglaterra, a Lisboa e ao Porto. Como faço? (Terezinha, São Paulo)

Separe seis dias para Londres, três para o Porto e quatro para Lisboa (incluindo um dia para Sintra). Acrescente mais dias se quiser fazer bate-voltas. Vá de trem entre Porto e Lisboa. Inclua os trechos aéreos na passagem desde o Brasil ou pesquise em kayak.com. Durma na véspera na cidade de onde vai voltar ao Brasil.

Semana passada a União Europeia avisou que não enviará representantes à Rio+20 por causa dos preços das diárias. O presidente da Embratur, Flávio Dino, passou um carão nos empresários e a Câmara dos Deputados convocou a associação de hoteleiros para explicações.

A verdade é que não há como revogar a lei da oferta e da procura. Uma legislação municipal arcaica, que não permite a incorporação de hotéis por venda de unidades, é a causa do déficit de quartos de hotel no Rio - e dos lucros de quem já está estabelecido.

Mas há boas notícias, sim: o mercado cria suas alternativas. Ipanema e Copacabana são, atualmente, polos de hostels. E o setor de apartamentos de temporada só faz crescer. Pesquise em aluguetemporada.com e em airbnb.com.

Mas, durante a Rio+20, não alimente falsas esperanças: até os apartamentos estarão caros.

* Acompanhe o caminho do colunista em viajenaviagem.com.

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