Ilha de Páscoa, terra dos moais

Isolada. Um ponto perdido no meio do Oceano Pacífico. A pequena Ilha de Páscoa - cuja extensão é metade da de Ilhabela, no litoral paulista - está a cerca de quase 4 mil quilômetros de Santiago, no Chile, e também de Papeete, na Tailândia. Algo em torno de seis horas de voo. Você deve estar se perguntando: tanto esforço vale a pena? Ah, vale. Histórias. Como os primeiros habitantes chegaram a um lugar assim tão ermo? A história local conta que os nativos eram excelentes navegadores e teriam vindo de alguma ilha na região das Marquesas por volta de 500 d.C.. Estátuas gigantes. O principal cartão-postal de Rapa Nui - como os nativos chamam a ilha - são os moais, estátuas gigantes feitas de pedra vulcânica. São cerca de mil peças, espalhadas por toda a parte. Algumas chegam a medir 21 metros e pesar 300 toneladas. Cada uma representava o líder de um clã: por isso, estavam sempre voltadas ao continente, olhando pelo povo. Quem visita a ilha vai à fábrica de moais, área onde eram esculpidas as estátuas, diretamente de Rano Raraku, um dos três vulcões inativos que formaram Rapa Nui. Carnaval. A Ilha de Páscoa também tem seu carnaval, o Tapati. Neste ano, ocorre do dia 20 até 12 de fevereiro. Nesta época, os nativos se vestem com motivos ancestrais e relembram danças e jogos típicos. Esta também é a altíssima temporada na ilha - hotéis ficam lotados e os preços, que já são salgados, vão às alturas.

Adriana Moreira, O Estado de S.Paulo

13 Janeiro 2009 | 03h12

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