Adriana Moreira/Estadão
Adriana Moreira/Estadão

Ilha do Mel: doces encantos

Ecoturismo e algum agito

O Estado de S.Paulo

28 Fevereiro 2017 | 04h53

Durou alguns minutos a discussão sobre qual seria a famigerada origem do nome de batismo da Ilha do Mel, destino dos mais cobiçados no litoral paranaense.

Houve quem acreditasse na versão da extração do mel silvestre na região; outros, na que se baseia na cor da água do estuário; e até quem encontrasse veracidade na existência por ali de um tal alemão produtor de farinha (que, na Alemanha, denomina-se Mehl).

Sem consenso, preferimos apenas contemplar sua beleza, ainda que o tempo chuvoso não estivesse favorável a banhos e trilhas.

Os 25 quilômetros de praias atraem não só os ligados em ecoturismo, mas também que quer um pouco mais de agito. Mas há limite: assim como a Ilha do Cardoso, o número de visitantes é restrito – aqui, 5 mil pessoas por dia –, é proibida a tração animal e a entrada de veículos e nem toda a área natural é aberta a visitação.

Mas não se preocupe, porque há muito o que se ver e fazer na reserva natural, com destaque para o Farol das Conchas, a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres e a Gruta das Encantadas. 

Onde ficar: há opções no AirBnB.com; entre as pousadas, destaque para Astral da Ilha e Villa Verde 

 

Como ir: só se chega de barco, com saídas frequentes a partir da Baía de Paranaguá ou do Pontal do Paraná

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