Adriana Moreira/Estadão
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Kilauea, em constante atividade

Vulcão havaiano é um dos mais ativos do mundo

Adriana Moreira, O Estado de S. Paulo

24 Novembro 2015 | 03h00

Não há melhor lugar para entender a formação vulcânica do arquipélago que o Parque Nacional dos Vulcões, na Ilha Havaí. Conhecida também como Big Island, é a maior, mais jovem e geologicamente ativa do Estado americano. Além de um centro de visitantes repleto de maquetes e exposições que detalham o mecanismo vulcânico e a geologia local, ali é possível ver o Kilauea em plena atividade.

Por motivos de segurança, no entanto, não dá para se aproximar muito do vulcão, um dos mais ativos do mundo. A estrada que colocava os visitantes mais próximos da cratera foi fechada por tempo indeterminado, já que o Kilauea está em erupção. Durante o dia, avista-se apenas uma gigantesca cratera e uma fumarola ao longe. Para identificar a lava alaranjada, o ideal é visitar o parque à noite – afinal, ele fica aberto 24 horas por dia.

Com carro alugado, você pode fazer tudo por conta própria. O ideal é se hospedar em Hilo para visitar a região – o parque está a 30 minutos da cidade e a 2h30 de Kona, onde está o principal aeroporto e a maior concentração de hotéis, restaurantes e vida noturna de Big Island. A entrada custa US$ 15 por veículo e tem validade de sete dias. O parque é repleto de trilhas bem marcadas, e muitas delas podem ser feitas sem a necessidade de um guia. No site do parque é possível conferir as opções disponíveis e os alertas de segurança.

Para quem tem sede de aventura, há tours de helicóptero (desde US$ 233) e outros específicos para conferir pontos cobertos de lava, como esse do Viator, plataforma do TripAdvisor que conecta viajantes e empresas locais, a partir de US$ 217.

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Havaí, Kilauea

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