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Lama

Adriana Moreira. Felipe Mortara e Bruna Toni, O Estado de S. Paulo

27 Janeiro 2015 | 03h00

Para seguir este bloco não é preciso abadá, mas há um uniforme natural: lama. Mesmo com outros blocos igualmente animados, Paraty se transforma quando o Bloco da Lama passa entoando gritos de “uga uga, rá, rá”. Cobertos da cabeça aos pés, os foliões saem da Praia do Jabaquara no sábado à tarde e seguem pelo centro histórico. 

Mas nem só de criaturas horrendas vive o carnaval da cidade. O bloco Arrastão do Jabaquara (domingo e terça, às 15h) e os Assombrosos do Morro (sábado e segunda, às 20h) mesclam arte e música com seus bonecos gigantes de papel machê, que dançam desengonçados ao som de marchinhas. 

Como a rua é território livre, outros blocos, como o Acadêmico da Patitiba, Os Paulos e Vamos que Tô circulam todas as tardes. A farra dos pequeninos está garantida na matinê na tenda montada na Praça da Matriz. Mais em paraty.com.br

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