Lima: 7 dicas práticas

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Ricardo Freire, O Estado de S.Paulo

29 Setembro 2015 | 00h00

O Peru é perto, acessível por voos diretos e cheio de boas atrações turísticas. Antes de seguir viagem, veja essas dicas:

1. Não leve reais. A cotação do real está atrelada ao dólar em qualquer moeda. Ao levar reais para fugir da alta do dólar, você vai descobrir que o real desvalorizou frente ao sol também (em junho, as duas moedas estavam equiparadas; hoje, paga-se no máximo 0,70 soles por R$ 1). Tampouco vale a pena comprar soles no Brasil. Se prefere viajar com dinheiro vivo, compre bem os seus dólares (o site jooin.com.br compara cotações de várias corretoras) e você vai trocar bem em Lima.

2. Use o GreenTaxi para sair do aeroporto. Logo depois de passar pela alfândega, você vai passar por uma sala onde fica um certo “táxi oficial”, que vai cobrar US$ 50 até o seu hotel. Siga impávido ao saguão de desembarque, até o estande do GreenTaxi, onde a tarifa será 50 soles (US$ 16). Antes, troque US$ 50 ou US$ 100 no quiosque de câmbio do desembarque.

3. Compre um chip pré-pago. Leve o seu passaporte ou RG até qualquer supermercado Metro (haverá um perto do seu hotel). Junto à área dos caixas estão os estandes das operadoras de telefonia celular. O chip da Claro custa 6 soles, e a vendedora instala no seu celular e faz a ativação. Um pacote de 700 megas custa 35 soles (US$ 11).

4. Use o EasyTaxi em seus outros deslocamentos. Táxi em Lima é muito barato; é raro pagar mais do que R$ 15 por uma corrida. A maioria dos veículos, porém, está em estado precário; e como não há taxímetros, é preciso negociar o preço antes de embarcar. Usando o aplicativo EasyTaxi, você resolve dois problemas: os carros têm bom nível e o app já informa o preço da corrida.

5. Gastón Acurio ‘low-cost’. Se o menu-degustação do Astrid y Gastón, a US$ 120 dólares por pessoa (sem bebidas), estoura o seu orçamento, experimente a versão plebeia da comida do rei da culinária peruana. Na rede Tantra, com vários endereços em Lima, Acurio criou um cardápio de cozinha caseira de norte a sul.

6. Troque o pisco pelo chilcano. O drinque mais consumido em Lima leva pisco, ginger ale, um toque de limão e de angostura. Na minha opinião, dá de 7 a 1 no (enjoativo) pisco sour. Experimente o seu primeiro na Antigua Taberna Queirolo (Av. San Martin, 190, Pueblo Livre), que é um ótimo programa para depois de visitar o espetacular Museo Larco, no mesmo bairro, que conta a história pré-inca do Peru.

7. Siga as dicas da Manu. A capixaba Emanuelle Tessinari mora há cinco anos em Lima e tem dicas quentes da cidade no seu blog, cupofthings.com.

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