Mais Caribe: para não ficar só na praia

Envie sua pergunta para viagem.estadao@estadao.com

Ricardo Freire, O Estado de S.Paulo

29 Abril 2014 | 02h10

Quando vou ao Caribe, me contento com as praias. Contemplar o azul-bebê do mar e entrar na água cristalina já me basta (e olhe que eu não faço sequer snorkel). Para muitos viajantes, porém, sair do Brasil para somente ficar na praia é um desperdício de tempo e dinheiro. Se você também pensa assim, a reportagem de capa desta edição já traz dois lugares de praia repletos de história, Cartagena e Curaçau (a partir da pág. 8). Para complementar, veja dois outros destinos caribenhos que combinam praias perfeitas com ótimos passeios:

Riviera Maia. A região de Cancún é generosa em programas para quem não quer passar os dias descansando na areia ou na piscina. Se você quer passear bastante, minha recomendação é que não se hospede em Cancún propriamente dita. A zona hoteleira urbana de Cancún deixa você mais longe dos passeios - e o sistema all-inclusive que predomina nos hotéis funciona mais para quem quer aproveitar praia e piscina o dia inteiro.

Já Playa del Carmen, a 70 quilômetros na direção sul, deixa você numa posição central para aproveitar o ecoparque Xcaret (que é vizinho, oferece interação com golfinhos e mergulho em rio subterrâneo), a Ilha de Cozumel (que está em frente), as ruínas de Tulum (a menos de uma hora de distância, contra duas horas desde Cancún) e o ecoparque Xel-Há (colado em Tulum). O sítio arqueológico de Chichen Itzá, eleito uma das sete novas maravilhas do mundo, está equidistante das duas praias.

Playa del Carmen leva jeito de vilarejo de praia brasileiro (pense numa mistura de Búzios com Arraial d'Ajuda); tem footing e vida noturna tão vibrante quanto a de Cancún. Hospedando-se em Playa, você pode fazer de Cancún um passeio (combinado com Isla Mujeres).

Para saber mais sobre o destino: rivieramaya.com.

Barbados. Fora da rota de furacões, a ilha tem a mais diversificada coleção de passeios pós-praia do Caribe. Se você não se anima a alugar um carro e dirigir na mão inglesa, pode aproveitar a ótima infraestrutura de turismo receptivo: as agências locais passam nos hotéis para pegar os passageiros. Simples assim.

Barbados tem história (St. Nicholas Abbey, uma propriedade rural de tempos coloniais), cavernas (Harrison's Cave, que se visita de trenzinho), reserva ecológica (Barbados Wildlife Reserve, com colônias de macacos e tartarugas), passeio em 4x4 (pela acidentada costa leste), passeio de barco (para nadar com tartarugas), visita a destilaria de rum (a Mount Gay), submarino com piso de vidro (o Atlantis), feirinha típica (em Oistins) e até o Museu do Concorde, onde você pode entrar no supersônico e ver a estrutura interna do avião.

Para saber mais sobre o destino: visitbarbados.org.

Mais conteúdo sobre:
Ricardo Freire

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.