Mais de vinte séculos de história da arte

Falar em arte italiana é fazer referência a uma história que, a rigor, pode nos levar até o século 8.º a.C, a época do etruscos, ponto de partida do qual seguiríamos então para a arte romana, românica, gótica, renascentista e barroca. De todos esses períodos, o renascentista talvez seja aquele com o qual estabelecemos relação mais imediata e direta. E, nesse sentido, não há outra capital da arte na Itália além de Florença. Mas ela não precisa ser o único destino dos interessados no tema. O trajeto pela costa mediterrânea do país, como o feito pelos artistas acompanhados pelo Viagem, revela na arquitetura manifestações dos movimentos góticos e barrocos. E Siena e sua Pinacoteca Nazionalle (spsae-si.beniculturali.it) são um excelente ponto de partida para a produção de outros períodos que não o renascentista.

ROMA, O Estado de S.Paulo

25 Outubro 2011 | 03h08

Galerias e museus também não faltam. Em Milão, imperdíveis são as coleções do Palazzo Reale (comune.milano.it), da Galeria d'Arte Moderna (gam-milano.com) ou do Museo Nazionale della Scienza e della Tecnologia Leonardo da Vinci (museoscienza.org). Em Roma, a oferta também é grande, com destaque para a Galleria Nazionale d'Arte Antica di Palazzo Corsini (galleriaborghese.it) e o Museo Vaticano (museivaticani.va).

Em Nápoles, destaca-se o Museo San Martino (museosanmartino.campaniabeniculturali.it), Em Turim, a visita à Galeria d'Arte Moderna (gamtorino.com) oferece panorama importante da produção contemporânea, fato para o qual chama atenção o artista Antonio Peticov. "Na Itália, não precisamos nos limitar a ver as obras dos grandes mestres do passado. Há uma atenção importante com a produção do nosso tempo e ter contato com ela é fundamental no desenvolvimento da sensibilidade artística", diz. / JOÃO LUIZ SAMPAIO

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