Adriana Moreira/Estadão
Adriana Moreira/Estadão

Maragogi

O mar cristalino da cidade alagoana encontra seu par perfeito com o calor do verão

Daniel Lisboa, especial para o Estado, O Estado de S. Paulo

27 Outubro 2016 | 05h00

Conheça: Localizadas a seis quilômetros da costa, as Galés são as principais responsáveis pela fama de “Caribe brasileiro” da cidade alagoana. Piscinas naturais em pleno alto-mar, cercadas por barreiras de corais, as Galés têm água verde cristalina através da qual se pode apreciar bem de perto peixes, anêmonas, corais e algas multicoloridas. E basta um snorkel para tanto. Quem quiser mergulhar de verdade, porém, pode contratar os serviços de escolas de mergulho. Por R$ 100, o “mergulho conduzido” leva o turista a até cinco metros de profundidade durante vinte minutos. Tudo sob a tutela de um mergulhador profissional, que permanece lado a lado.

Já na opção “batismo”, a profundidade chega a sete metros e o passeio subaquático dura até 40 minutos. Nesse caso, a pessoa recebe uma aula básica de mergulho de vinte minutos e apenas é assistida à distância pelo mergulhador. O preço é de R$ 200.

Galés é, na prática, um nome genérico dado às piscinas naturais da região. Mas apenas a maior delas – e primeira a ser aberta aos turistas – tem esse nome. As outras duas chamam-se Barra Grande e Taocas. Exploradas há menos tempo, elas são um pouco menores. Para chegar até qualquer uma delas, é preciso embarcar em um catamarã ou lancha em Maragogi.  O trajeto até as piscinas naturais leva em média vinte e cinco minutos e o passeio, de duas horas e meia, sai por cerca de R$ 70 por pessoa (normalmente, o de lancha é mais caro). Por restrições de ordem ecológica, há um limite diário para o número de embarcações nas piscinas.

Não deixe de visitar: Vale também aproveitar as praias próximas, facilmente acessíveis em passeios de buggy. Japaratinga, por exemplo, tem centrinho histórico com praças, mercado público e a Igreja Matriz Senhora das Candeias. A vila, a cerca de dez quilômetros de Maragogi, tem também o privilégio de contar com sua própria piscina natural (chamada de “Picão”), bem menos movimentada que a de Maragogi. A vila oferece também opções de hospedagem, bares, restaurantes e passeios de bugue (cerca de R$ 100 para até quatro pessoas). Também são feitos passeios de buggy pela região, mas há um impasse entre os profissionais e as autoridades, que consideram proibir as rotas pela areia.

Considere também: Estique a viagem até Porto de Galinhas. A dica vale especialmente se você optar por viajar via Recife, escolha comum por conta das melhores condições da estrada até Maragogi (a distância é de cerca de 135 quilômetros). Na famosa praia da cidade de Ipojuca, polo turístico desde os anos 1990, você também encontra piscinas naturais, que ficam lotadas na temporada. Ali, o passeio é feito em jangadas – são apenas 15 minutos até as piscinas e R$ 20 por pessoa.

Outra opção em Porto de Galinhas é passear de bugue, mas vale avisar que, na cidade, eles são proibidos de circular em quase toda a faixa de areia. A alternativa, então, são roteiros de city-tour com preços ao redor de R$ 250 para quatro pessoas. Na vila, há diversas opções de restaurantes na rua de pedestres e em seu entorno.

 

Evite: Atenção ao nível da maré, pois ela tem influência no passeio às piscinas naturais. Quando está alta, a correnteza é mais forte e alguns pontos das piscinas podem não dar pé, o que exige mais cuidado em especial com crianças. Se a maré estiver muito alta, aliás, o passeio nem é realizado. É aconselhável marcar sua viagem para períodos de lua cheia ou nova, quando há maior amplitude de marés e você consegue aproveitar melhor as piscinas naturais.

 

Economize: Procure saber os preços para passeios a piscinais naturais em cidades e vilas próximas a Maragogi. Normalmente, saem mais em conta do que o famosos às Galés. Em Japaratinga, por exemplo, ele fica em torno de R$ 30 a R$ 40 por pessoa.

 

Saiba mais: www.turismoalagoas.com 

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