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Museus do rock em Nova York e Londres

Nada melhor para lembrar de Elvis e festejar os 40 anos de Woodstock

Carla Miranda, O Estado de S.Paulo

04 Agosto 2009 | 02h32

Em Londres, quem não tem habilidade nem para tocar campainha pode pendurar uma Gibson no pescoço, seguir as instruções numa tela e arriscar seu primeiro solo de guitarra. Se o destino for Nova York, será fácil voltar no tempo e garantir lugar na plateia de alguns dos melhores shows de rock de todos os tempos. No mês em que o mundo festeja os 40 anos de doideiras de Woodstock e lembra outro aniversário de morte do Rei Elvis, nada mais perfeito que conferir os novos museus dedicados ao ritmo dos ritmos.

O British Music Experience leva a sério a moda da interatividade. Os visitantes são recebidos com aplausos, como se fossem ídolos pop, tão logo chegam ao museu inaugurado em março no The O2, o famoso ponto de shows londrino.

A história do rock inglês está dividida em oito salas, que guardam peças como a roupa de Ziggy 'David Bowie' Stardust e os modelitos de Amy Winehouse. Já as tais guitarras ficam no Gibson Interactive Studio, que também deixa à disposição vários modelos de teclados e baterias. Você pode gravar sua "apresentação" usando o tíquete de entrada do museu. O mesmo vale para os micos que pagar na sala Dance the Decades, um tutorial para quem quer aprender (ou não) a dançar músicas como Staying Alive. Quando chegar em casa, basta acessar o site do museu (www.britishmusicexperience.com) e recuperar esses momentos inconfessáveis. A entrada custa 15 libras (R$ 46).

 

Gibson Interactive Studio, no British Music Experience

O Rock and Roll Hall of Fame (www.rockannex.com), aberto em dezembro, é uma ótima alternativa para quem não pode ir a Cleveland ver o acervo original. O anexo, no nova-iorquino Soho, reúne de James Brown a Velvet Underground. Desnecessário dizer que o acervo inclui relíquias de Chuck Berry, Elvis, Beatles, Jimi Hendrix...

Como a tradição musical da cidade se impõe, foi montado o gigantesco mapa interativo New York Rocks, que aponta a localização de ícones como o Studio 54 e o Chelsea Hotel. Ingresso a US$ 24,50 (R$ 45).

linkMais informações: www.visitbritain.com.br e www.nycgo.com

ENQUANTO ISSO, EM MEMPHIS

Com ternos brilhantes, topetes irretocáveis, Cadillacs coloridos e outras extravagâncias mais, Elvis Presleys de todas as partes do mundo vão invadir Memphis na próxima semana. A cidade à beira do Rio Mississippi, onde Elvis viveu a maior parte de sua vida - e onde ele se tornou definitivamente o Rei do Rock 'n' Roll -, relembra o aniversário de morte do astro (em 16 de agosto de 1977) com um evento memorável.

A Elvis Week, que ocorre entre os dias 8 e 16, ajuda a manter viva a lenda. A programação inclui apresentações de música e dança, debates, palestras e muitos eventos sociais e de caridade. Elvis ficou conhecido pela generosidade: pagava dívidas alheias e dava carros de presente até para desconhecidos.

O palco principal da festa só poderia ser Graceland. Das 600 mil pessoas que passam pela mansão por ano, 40 mil a visitam durante a Elvis Week. É lá que estão as marcas mais características do gosto do Rei, como os pavões de vidro à entrada da sala de estar e a cascata em pleno estúdio (ou Jungle Room).

Aproveite a data histórica para fazer o tour completo em Graceland e, ainda, conhecer os museus com objetos do Rei (de roupas a carros e aviões) e os lugares preferidos do cantor na cidade, como o Sun Studio e o restaurante Arcade. Depois de tudo, você pode dormir em uma das habitações temáticas do Heartbreak Hotel. Informações: www.elvisweek.com.

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