Felipe Mortara/Estadão
Felipe Mortara/Estadão

Museus para entender o que se vê lá fora

A enorme ossada de baleia-franca de 10 metros dá as boas-vindas ao Ecocentro (ecocentro.ar), em Puerto Madryn. Projetado sobre uma falésia cênica, este misto de centro de visitantes e museu ecológico é um ótimo ponto de partida para conhecer a Península Valdés e seus selvagens habitantes. Um tanque mostra aos turistas como se reproduzem os corais e as estrelas-do-mar. Quadros explicam o movimento das correntes marítimas e reproduções de fibra de vidro em tamanho real detalham o funcionamento fisiológico dos animais.

O Estado de S.Paulo

18 Junho 2013 | 02h14

Entre os conhecimentos de biologia, lindas fotos com poemas e reflexões sobre o mar. Não perca a sala que reproduz o sistema digestivo de uma baleia nem a instalação seguinte, onde ecoam por uma sala os cantos das gigantes. Cercado por caixas de som que fazem o chão e o peito tremer, a sensação é de estar em uma reunião de cetáceos em pleno oceano.

Com o mesmo tema, mas outra proposta, o Museu do Homem e do Mar (Domecq García y José Menéndez) exibe, em um pomposo casarão central de Puerto Madryn, elementos que mostram a intensa relação de troca entre o homem e o oceano. Fotos, filmes e objetos contam a história e a força do mar. Entre os animais conservados ali, dois chamam a atenção: um caranguejo-gigante das profundezas do Atlântico. E a maior lula já pescada na Argentina, em 2002, com 220 quilos e mais de 5 metros de comprimento - agora já encolhida dentro de um grande vidro com formol. Não deixe de subir à torre do último andar, onde um mirante dá toda a dimensão de Madryn. /F.M.

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