Na luta para se tornar patrimônio da Unesco

Apesar de seu esplendor, Bagan não faz parte dos patrimônios da humanidade reconhecidos pela Unesco. Pedido nesse sentido foi apresentado por Mianmar em 1996, mas a construção de novos edifícios no sítio arqueológico e o uso de materiais inadequados na descuidada restauração de alguns templos inviabilizaram até agora a entrada da cidade na lista.

O Estado de S.Paulo

13 Março 2012 | 03h11

Apesar de os equívocos na preservação dos monumentos serem visíveis em alguns templos, eles não comprometem o encantamento provocado pela paisagem de Bagan.

Há dois locais onde os visitantes podem estabelecer base para explorar a região: Old Bagan e Nyaung U. A primeira é uma pequena vila dentro do sítio arqueológico e às margens do Rio Irrawaddy. A outra é uma cidade com vida noturna um pouco mais agitada, mas a cerca de 20 minutos de carro dos templos.

Há bons hotéis em Old Bagan e um pequeno centro com lojas de produtos locais e alguns restaurantes. O Golden Myanmar é uma ótima introdução à culinária local, com seu menu fixo que inclui diferentes curries e acompanhamentos. O Be Kind to Animals the Moon é um original e saborosíssimo vegetariano, que tem pratos como curry de folha de tamarindo com nozes.

O mais próximo de vida noturna na região está na Rua Yarkinnthar ou Hotel Road, onde fica um imperdível restaurante indiano, o Aroma 2. Vale a visita, mesmo que você esteja hospedado em Old Bagan.

Visto. Brasileiros precisam de visto para entrar em Mianmar. Entre os documentos exigidos estão 4 fotos, passaporte com validade de seis meses e formulários específicos de solicitação. O país asiático tem embaixada em Brasília. Informações no telefone (61) 3248-3747. / C.T.

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