Ninguém faz festa junina como eles

Região mais alegre do País dedica um mês inteiro às suas tradições

O Estado de S. Paulo

13 Maio 2009 | 18h02

Quem acredita que festa junina se resume a milho cozido, quentão, bandeirinha colorida e fogueira precisa conhecer a versão nordestina. Na região, os tradicionais arraiais deram lugar a megaeventos, planejados o ano inteiro e principal fonte de receita de vários municípios. Com shows grandiosos e o que há de melhor em suas culturas, cada Estado investe pesado para atrair os milhões de turistas que costumam passar por ali nesse período.

 

O nome festa junina, aliás, não é muito usado. Entre os nordestinos, São João tem, além de um dia próprio (24 de junho), um mês inteiro de festança. O difícil é saber qual o melhor destino para se jogar nessa folia.

 

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Para tentar ajudar, a primeira dica é não dar muito crédito para as propagandas dos organizadores. Se fizer isso, a decisão vai ser ainda mais complicada. Em Pernambuco, Caruaru, que em 2009 homenageia o artesão Mestre Vitalino, afirma ter o maior São João do Mundo, mas Campina Grande, na Paraíba, garante que é dela esse título. A Bahia, que vai gastar R$ 10 milhões nas festas deste ano, corre por fora e, ainda que modestamente, diz oferecer a maior quantidade de atrativos.

 

Maceió, em Alagoas, já faz planos para deixar todos os outros para trás e se tornar a capital junina.

O bumba-meu-boi, no Maranhão, e os lampiões do Rio Grande do Norte são ofertas imperdíveis para quem não abre mão de conhecer a cultura local. Na mesma linha, mas com a opção de deixar o turista interagir e cair no ritmo regional, as muitas danças e quadrilhas do Ceará são imperdíveis. Sem falar em Sergipe, onde o forró, executado com primor pelos melhores grupos nacionais, nunca tem hora para acabar.

 

Outra boa dica para quem ainda não decidiu aonde ir em junho é se guiar pelas comidas. Nas festas de São João, a culinária local é sempre instigante e saborosa. E, o melhor, vem em porções generosas e com preços convidativos.

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