No teste, bons e maus resultados

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Mônica Nóbrega, O Estado de S.Paulo

01 Dezembro 2009 | 03h23

De propósito, o mapa foi abandonado no hotel. Com um iPhone e os nomes dos lugares a visitar anotados, começou a caminhada em Leipzig, na Alemanha, há três semanas. Bastou indicar ao GPS a primeira parada - Marktplatz, a praça do mercado - para ver na tela o itinerário, com indicação da distância a percorrer a pé.

 

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Não que o GPS fosse uma novidade. O objetivo do teste foi confirmar se o recurso era confiável quando usado em um smartphone. A ideia era usar o aparelho como guia, tradutor, atualizador de redes sociais e o que mais fosse preciso. Ou possível.

O resultado: para postar no Twitter, fotos inclusive, o celular foi uma escolha feliz. Entre os aplicativos, o Eventful (grátis) começou bem: achou a localização, em Dresden, e indicou os shows e peças de teatro em um raio de 50 km. Mas, depois, travou irremediavelmente e virou um ícone inútil na tela do iPhone. O TripIt (grátis), que monta uma agenda com as paradas da viagem e sugere itinerários, precisaria ter sido programado em casa. Mais eficiente foi o amigável Travel Kit (US$ 0,99): tem conversor de moedas, tradutor e até

luz de emergência, que motivou um apagar de luzes no quarto do hotel, para teste. Vai dizer que você não faria o mesmo?

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