Daniel Akstein/Estadão
Daniel Akstein/Estadão

Noite para badalar como um marajá ou como reles plebeu

Realeza

O Estado de S.Paulo

30 Abril 2013 | 02h10

Falar em balada em Mônaco é falar no Jimmy'z (fr.jimmyzmontecarlo.com). Lugar de gente descolada e, principalmente, endinheirada, cobra - muito - por qualquer item do cardápio. São duas unidades no principado, mas a mais conhecida fica no complexo do Sporting Monte-Carlo. Um suco, um refrigerante ou uma cerveja saem por nada menos que 27 cada. Celebridades costumam dar pinta nesta casa noturna. Bono Vox, Beyonce e Sebastian Vettel são algumas das estrelas que já foram se esbaldar por lá. Quer ser vip na balada? Dê um jeito de se tornar frequentador assíduo, alguém famoso ou amigo do dono, pois, segundo os responsáveis pelo local, não é possível pagar para ficar no camarote. A não ser que você compre uma Cristal Mathusalem. Os 24,8 mil pagos pela garrafa de champanhe com certeza serão capazes de garantir um status diferente na casa.

 

Plebe

Quando me indicaram a Brasserie de Mônaco, e cheguei ao lugar indicado, logo pensei "lá se vão meus euros". Isso por causa da beleza do lugar e do estilo dos frequentadores. Mas a noite foi recheada de agradáveis surpresas. Primeira: a entrada no local era gratuita. E olha que naquele sábado, lá pelas 20 horas, já tinha uma banda em ação. A cantora chamava os mais entusiasmados para dançar ao ar livre, porque bom mesmo é ficar na parte de fora deste bar-restaurante-cervejaria. Na hora de comer e beber, um bom sanduíche e a cerveja da casa, de meio litro, saíram por 22. Não era nem meia-noite e os músicos tinham se despedido, apesar de a noite ter continuado. A casa, que também promove um tour por sua microcervejaria ( 20, com degustação), reserva datas para festas especiais, como Oktoberfest e réveillon. Quase sempre sem cobrar entrada.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.