O dia do viajante: comece pelo mais importante

 

RICARDO FREIRE, O Estado de S.Paulo

06 Março 2012 | 03h10

É muito difícil evitar: por mais que a gente viaje, sempre acaba planejando atividades demais a cada dia. No papel, tudo parece mais perto e mais simples de visitar; na vida real, cada passeio pode durar o dobro do tempo planejado. Por isso, sempre que possível, programe o seu itinerário do dia baseado na hierarquia dos passeios: comece pelo mais importante e deixe os dispensáveis para o fim.

Caso seja desaconselhável fazer a visita principal pela manhã - ou a logística não permita - marque um horário rígido para estar no local. E, se for necessário, desista dos passeios intermediários. Dessa maneira você evita que programas secundários atrapalhem os passeios que são realmente essenciais.

* Acompanhe o caminho do colunista em viajenaviagem.com. Esta semana, Ricardo Freire está em São Paulo  

 

Viaje na pergunta:

Quero viajar de carro ao Uruguai em julho. É uma boa época? Quais são os requisitos para dirigir lá? (Alexandre, São Paulo)

Em julho o clima estará bastante frio e chuvoso. Você aproveitará muito mais se for no verão (que é a única época em que Punta del Este bomba). Para entrar dirigindo, você precisa de um carro registrado no seu nome e de um seguro específico (as seguradoras chamam de "carta verde").

 

Quero passar oito dias em Tóquio. Posso ir por conta própria? Quais passeios você recomenda? (Carolina, São Paulo) Se eu fosse você, esticava mais dois dias. Compraria (no Brasil) um Japan Rail Pass de uma semana. Desembarcaria em Osaka, para descomprimir quatro dias em Kyoto, com bate-voltas a Nara e Hiroshima. Dali a Tóquio, de onde visitaria Hakone (para avistar o Monte Fuji) e Nikko.

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